«Os exames nacionais do ensino básico não foram, digamos, famosos. (…) Verdade que, para sermos justos, os alunos não são culpados de nada. Culpados? Pobrezinhos: eles apenas foram atirados para a carroça colectiva que, nos últimos anos, foi avançando alegremente por um país imaginário – na economia, nas finanças e, claro, no ensino. Agora que a festa acabou, chega a factura: uma dívida colossal e uma geração analfabeta.»
João Pereira Coutinho, Correio da Manhã

Mas há que reconhecer: houve algumas vozes que denunciaram o mau caminho trilhado, mas a maioria dos portugueses não só se deixou ir por esta via, como exigia ir sempre mais a fundo nesta estrada e ainda acusava os autores dos alertas de profetas da desgraça…
Mais assustador se torna ao imaginar esta geração analfabeta a gerir a dívida que lhe deixaram.