24 comentários em “Passado presente (e futuro, espero)”

    1. Dizem que sim, eu não sei porque não gosto de cerveja. Mas serve tudo o resto com igual qualidade! Um dos meus locais favoritos em Lisboa, desde sempre.

    2. o meu falecido padrinho,Jerónimo Manzarra Franco,recebia a correspondência da sua Idanha-a-Nova, ao cuidado do restaurante Gambrinus…eram outros tempos…outras Lisboas…

      (ah, se o meu Pai tem deixado as suas memórias da boémia Lisboeta dos anos 40 em livro…)

    1. Não deixe de ir, Gonçalo. Se reparar bem, o David Lopes Ramos diz muito mais bem do que mal nesta crítica. Quero lá saber se os copos e os talheres não são novos em folha, e se falta um ou dois nomes na carta de vinhos! O que me interessa é a cozinha, o ambiente, a maneira como se é recebido. E, nisso, o Gambrinus ainda é insuperável. Infelizmente é caro, sempre foi. Mas a qualidade é correspondente ao preço.

    1. Tenho o livro do Daninos, que releio aos bocados de vez em quando porque é delicioso. Lembrou bem, acho que vou fazer uma série com ele.
      Mas não se aplica ao Gambrinus, que é mesmo “the real thing” e não uma imitação para deslumbrados sociais. Claro que os há também lá, embora geralmente prefiram os restaurantes “da moda”, onde podem dar mais nas vistas.

  1. Para a rapaziada do Alentejo que foi estudar para Lisboa nos finais dos 60’s, principios dos 70’s, o Gambrinus era o nosso “escritorio”; se queriamos encontrar alguem era lá que o iamos procurar. Ou ao fim da tarde, ou à noite depois do cinema, e antes de um copo no Stones. Era a bela vida lisboeta desses tempos que deixa tantas saudades a tantos de nós.
    Passei lá muitas e boas horas, bebi lá muitos copos e tive oportunidade de lá fazer excelentes refeições.
    O Empadão de Perdiz das 2ªs feiras, o Eisbein das 5ªs, ou o bacalhau “À Chico Lage” das 6ªs, inesqueciveis. Ou as sandocas do sr Domingos que nos tratava carinhosamente por meninos.
    Podia estar aqui horas a contar “historias” passadas no Gambrinus, onde tive oportunidade de beber o melhor vinho portugues do sec XX (na minha opinião, já se vê) o Barca Velha de 66 por… 850 mil réis cada uma. Bué delas.

    1. Também eu gosto de passar frente ao Gambrinus. Nunca lá entrei. Por um lado a carteira e por outro por pudor em gastar tanto dinheiro.
      Mas folgo em saber que os estudantes do Alentejo o frequentavam nos anos 60 e 70, e bebiam vinho a 850 escudos (uma autêntica fortuna quando se almoçava por vinte escudos). Não sei porquê, e que me perdoe o autor do comentário, mas pareceu-me uma obscenidade, quando havia fome no Alentejo dessa altura.

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