O líder do PSD quis um independente a comandar a Assembleia da República. Mário Soares e os candidatos do PS desejam a refundação do partido que há bem poucos meses cabia no bolso do senhor noventa e oito por cento. Miguel Portas propõe a saída dos quatro fundadores. Depois da longa anestesia, chega a mensagem: venham outros. O regime nunca tinha confessado com esta clareza a sua impotência.
A confissão.
vidabreve,

A coisa mais dolorosa — neste fremito de renovação —
é continuarmos a vermos e ouvirmos o “cadaver” do Carvalho da Silva a “vomitar” a mesma cassete pirata hà trinta e tal anos…
Não haverá por lá ninguem que o substitua?
E já agora o “risadas” da UGT.
Dou-te inteira razão. O regime está exausto e já não consegue disfarçar. O problema do “venham outros” é este: quais?