Encontro-me neste momento a (reler) O Hobbit, de Tolkien. Reparo, uma vez mais, nos hábitos tabagistas de Bilbo, Gandalf e Thorin. À luz deste exemplo que aqui apontei há tempos, é de esperar, mais dia menos dia, uma edição revista, moderna e muito politicamente correcta na qual os longos cachimbos dos personagens são substituídos por saudáveis pastilhas elásticas, e os belos anéis de fumo que fazem trocados por grandes e inchados balões.
(Mas enquanto esse dia não chega, a leitura continua a ser excelente)

Todos os momentos que metem tabaco e repasto nos livros de Tolkien sempre me pareceram extremamente “reconfortantes”. Imagino que seja algo como aquilo que o meu pai me contava sobre os lanches que apareciam nos livros d’Os Cinco.
Mesmo com tudo a desabar à volta, há sempre tempo para puxar do cachimbo e comer cogumelos…
O Hobbit é excelente! Mas penso que mais depressa as pastilhas vinham de Rivendell 😀