4 comentários em “Vinte cidades que jamais esquecerei (XV)”
Rico e fascinante, Pedro. Essa também nunca mais esquecerei, tantos e tão bons momentos lá passei. Das compras em Stanley de motorista e Jaguar, aos fabulosos momentos no Regent com vista para Central, aos chás no Peninsula, aos livros na Swindon ou na acanhada cave do HK Book Center, passando pelo festival de música ou pelas noites loucas do California, do Mad Dogs e do Joe Bananas, acho que não há nada que possa ficar esquecido ao fim de tantos anos. Se o fisco autorizasse a dedução no IRS de uma deslocação a HK por agregado familiar, pelo menos cada dez anos, os portugueses seriam mais felizes, mais livres, mais responsáveis e mais empreendedores.
Rico e fascinante, Pedro.
Essa também nunca mais esquecerei, tantos e tão bons momentos lá passei.
Das compras em Stanley de motorista e Jaguar, aos fabulosos momentos no Regent com vista para Central, aos chás no Peninsula, aos livros na Swindon ou na acanhada cave do HK Book Center, passando pelo festival de música ou pelas noites loucas do California, do Mad Dogs e do Joe Bananas, acho que não há nada que possa ficar esquecido ao fim de tantos anos.
Se o fisco autorizasse a dedução no IRS de uma deslocação a HK por agregado familiar, pelo menos cada dez anos, os portugueses seriam mais felizes, mais livres, mais responsáveis e mais empreendedores.
Eheh. Estas tuas palavras mereciam ser eleitas comentário da semana, Sérgio. Que saudades desta cidade tão fascinante. Uma cidade que é um mundo.
Gosto imenso desta sua crónica Pedro! Parabéns pela ideia 😀
Obrigado, Daniela. Esta série pode vir a ter uma sequela. Cidades de que eu gosto não faltam.