Este post fez-me relacionar vários assuntos, aparentemente distintos:
– Mensagens subliminares que podem ser passadas através de banda desenhada ou de histórias infantis. Outro exemplo de bandas desenhadas para além dos estrunfes: o Tintim (ver aqui: http://www.ionline.pt/conteudo/118095-tintin-no-tribunal-25-aventura-herge). Histórias infantis: praticamente todas, na medida em que consistem em fábulas (incorporando,por isso, uma lição de moral). Apesar da moralidade subjacente, acabam por descrever condutas de extrema violência: homicídio consumado (“O barba ruiva”); homicídio tentado (“O capuchinho vermelho”; “os 3 porquinhos”, etc.); maus tratos ou violência doméstica (“Cinderela”); etc.
– O culto do chefe e a doença do próprio chefe, por ser chefe (recomendo a leitura do post “Quando o poder perde a cabeça…”, de Margarida Corrêa de Aguiar, no blog “4R-Quarta república”, a propósito do livro “Na Doença e no Poder”, de David Owen).
No meio de tudo isto, fiquei a pensar onde andará o estrunfe do Sócrates, agora que se despojou do “barrete vermelho” e que mudou radicalmente de discurso (desde a sua despedida). Será que o seu fracasso o curou da tal doença do poder a que alude a obra acima referida? Tenho de (e não que!) arranjar tempo para ler aquele livro!
Quando estava a ler o post, assustei-me. Pensei que o Rui tinha perdido a cabeça e tinha escrito “sociedade de estrume”…
Na verdade, nem isso, João. O estrume fertiliza a terra. E, de momento, só vejo deserto.
Eheheh… boa!
Este post fez-me relacionar vários assuntos, aparentemente distintos:
– Mensagens subliminares que podem ser passadas através de banda desenhada ou de histórias infantis. ntin-no-tribunal-25-aventura-herge).
Outro exemplo de bandas desenhadas para além dos estrunfes: o Tintim (ver aqui: http://www.ionline.pt/conteudo/118095-ti
Histórias infantis: praticamente todas, na medida em que consistem em fábulas (incorporando,por isso, uma lição de moral). Apesar da moralidade subjacente, acabam por descrever condutas de extrema violência: homicídio consumado (“O barba ruiva”); homicídio tentado (“O capuchinho vermelho”; “os 3 porquinhos”, etc.); maus tratos ou violência doméstica (“Cinderela”); etc.
– O culto do chefe e a doença do próprio chefe, por ser chefe (recomendo a leitura do post “Quando o poder perde a cabeça…”, de Margarida Corrêa de Aguiar, no blog “4R-Quarta república”, a propósito do livro “Na Doença e no Poder”, de David Owen).
No meio de tudo isto, fiquei a pensar onde andará o estrunfe do Sócrates, agora que se despojou do “barrete vermelho” e que mudou radicalmente de discurso (desde a sua despedida).
Será que o seu fracasso o curou da tal doença do poder a que alude a obra acima referida?
Tenho de (e não que!) arranjar tempo para ler aquele livro!
Continuando na associação de ideias, Alberto, sugiro ainda o Imperador Smith (Lucky Luke). Muitas vezes me lembrei dele durante o império de Sócrates.
Bem visto!
Estes sociólogos têm cada uma… 🙂