Foi dada "liberdade" e "paz" ao povo tibetano, isto segundo a marioneta que o regime colocou como líder espiritual da zona.
Na China comunista (2)
jorgeassuncao,
Foi dada "liberdade" e "paz" ao povo tibetano, isto segundo a marioneta que o regime colocou como líder espiritual da zona.
Esse fantoche mete nojo. Todas as ditaduras arranjam uns fantoches assim.
Jorge,
Chegeui até aqui por uma referência da Ana Paula Fitas. E louvo-te pela lembrança. Tenho debatido isto com o Paulo Gorjão, mas encontro-o pouco por cá. 9/03/nova-dialectica-das-relacoes-entre.h tml) se está manifestamente nas tintas para que a visita do MNE chinês a Washington coincida precisamente com o aniversário da ocupação do Tibete. E a cereja no topo do bolo: o MNE chinês tem uma reunião marcada com o próprio Obama. A geopolítica e a geoeconomia cruzam-se de forma clara hoje em dia. A ideia de W. Bush em impor a democracia à força era má, mas ver Obama como herdeiro de Kissinger incomoda-me. Estou contudo convicto que é de facto a interdependência económica que se gerou entre China e EUA que levou a este estado de coisas.
A questão não é a brutal repressão chinesa do Tibete em que ambos estamos de acordo, nem a situação estranha em que vive Taiwan. Onde eu me surpreendi de facto foi no pragmatismo da administração americana de Obama, que percebendo (e se achares spam publicitário, por favor nem publiques) o que descrevo aqui (http://ovalordasideias.blogspot.com/200
Pelo menos alguma coisa de positivo penso que resultou disso para os PVD, da cimeira do G-20 (ou pré-cimeira) com os fundos do Asian Development Bank a aumentarem. Escrevo sobre isso noutro post mas um segundo link e era insultado muito justamente. Se quiseres diz-me o que pensas.
Abraço,
Carlos Santos
Carlos,
desconhecia o blogue da Ana Paula Fitas, mas gostei do que li. Quanto ao pragmatismo de Obama, ainda estou para descobrir no que vai dar. Para já uma coisa é certa, o eixo central da politica externa norte-americana deslocou-se do Atlântico para o Pacifico e sendo certo que isso faz sentido à luz dos interesses norte-americanos, os europeus bem podem sentir-se preocupados.
São os fantoches e a novilíngua.