Destes cinemas, se não estou em erro, resta o Alvalade. Foi-se a época em que havia cinemas de bairro em Lisboa. Lamentavelmente. Um forte abraço, meu caro.
Quantos cinemas e já agora teatros, havia em Lisboa no final dos 60’s, principio dos 70’s? Seguramente varias dezenas. E com 3 sessões por dia, alguns até com 4. Hoje Lisboa está reduzida a umas quantas salas nos centros comerciais, e temos de gramar com a cena das pipocas, quando aparece um filme com interesse. O que foi feito dessa Lisboa, pergunta o Alfacinha? Pois bem desapareceu. Só nos restam estas recordações, aos que tivemos a sorte de ser adolescentes na epoca que mencionei, e que por isso desfrutamos de uma cidade como era Lisboa, que apesar de ser a capital, tinha o seu quê de “cidade de provincia”. Mais uma vez obrigado ao Pedro Correia, por nos ir recordando coisas boas.
Não tem de quê, Alexandre. Esta série – que começou logo no início do DELITO e já vai longa – vai continuar, com o contributo de vários de nós. Um blogue também é feito destes momentos de saudável nostalgia.
É muito mais caro fazer coisas hoje. Burocracia, regulamentos, custos do trabalho. As pessoas quiseram mais segurança e mais certezas logo têm menos. É como com as crianças.
Deixem estar. Em Lisboa, em praticamente todas as zonas é possível ir ao cinema a pé. No Porto, isso é impossível, até porque tirando o cinema ocasional do Campo Alegre, só resta o do shopping ao lado do Dragão.
Meu caro,
Quantos destes cinemas ainda existem ?
E daquela cidade, o que resta ainda ?
Obrigado e forte abraço,
Destes cinemas, se não estou em erro, resta o Alvalade. Foi-se a época em que havia cinemas de bairro em Lisboa. Lamentavelmente.
Um forte abraço, meu caro.
Vai fechar mais um, o Saldanha Residence. Receio que a curto prazo fiquemos reduzidos só aos cinemas pipoca, que por sua vez só passam blockbusters.
E eu receio que qualquer dia já nem esses restem, Teresa.
Quantos cinemas e já agora teatros, havia em Lisboa no final dos 60’s, principio dos 70’s? Seguramente varias dezenas. E com 3 sessões por dia, alguns até com 4.
Hoje Lisboa está reduzida a umas quantas salas nos centros comerciais, e temos de gramar com a cena das pipocas, quando aparece um filme com interesse.
O que foi feito dessa Lisboa, pergunta o Alfacinha? Pois bem desapareceu. Só nos restam estas recordações, aos que tivemos a sorte de ser adolescentes na epoca que mencionei, e que por isso desfrutamos de uma cidade como era Lisboa, que apesar de ser a capital, tinha o seu quê de “cidade de provincia”.
Mais uma vez obrigado ao Pedro Correia, por nos ir recordando coisas boas.
Não tem de quê, Alexandre. Esta série – que começou logo no início do DELITO e já vai longa – vai continuar, com o contributo de vários de nós. Um blogue também é feito destes momentos de saudável nostalgia.
É muito mais caro fazer coisas hoje. Burocracia, regulamentos, custos do trabalho.
As pessoas quiseram mais segurança e mais certezas logo têm menos. É como com as crianças.
De facto, é um pouco assim.
Deixem estar. Em Lisboa, em praticamente todas as zonas é possível ir ao cinema a pé. No Porto, isso é impossível, até porque tirando o cinema ocasional do Campo Alegre, só resta o do shopping ao lado do Dragão.