Alguém devia escrever sobre o estofo darwinista das consortes reais. Imaginem o talento de que necessitam estas mulheres para encantarem durante décadas um palerma mimado, afastarem as hárpias, persuadirem a família de Windsors ou Saxe-Coburgs, honrarem as instituições e comoverem o povo durante noivados sem mácula até à glória de uma boda triunfal. Ser doida na cama ajuda, mas não chega.


Essa é a parte mais fácil. Tramado, mesmo, é ser uma “lade” na mesa.