Escandalizam-se com Fernando Nobre.
E com este, não?!
Co-fundador do CDS (secretário-geral e vice-presidente da Comissão Política Nacional e presidente da Mesa do Congresso).
Deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República
Ministro do Comércio e Turismo nos II e VI Governos
Ministro de Estado no VII Governo
Ministro da Agricultura, Comércio e Pescas no VIII Governo
Vice-presidente da Assembleia da República
Conselheiro de Estado
Candidato à Presidência da República
Representante permanente de Portugal na OCDE.
Presidente do Conselho de Administração da AICEP
Agora, 400 milhões de saldo negativo de investimento estrangeiro depois…
é cabeça de lista pelo PS em Leiria.


Comparar o que não é comparável, muito esforço e pouca seriedade!
Caro m. martins: acho que nós, portugueses, temos exactamente esse problema. Enrodilhamo-nos e perdemo-nos pelo meio das armadilhas da comparabilidade. No entanto, a coisa é de uma simplicidade franciscana.
Não.
Só me escandalizo com a incompetência do personagem, de resto o seu caminho faz sentido, para o partido daqueles que levaram Portugal à ruína.
Não mudou de dois em dois anos quase entre extremos.
Não?
Ok, então agora para uma pessoa criticar um caso, tem de ter criticado antes todos os outros casos que se assemelhem minimamente, e todos os seguintes. É claro que este caso é altamente criticável, mas… sinceramente, alguém consegue ainda ficar surpreendido/ desiludido com alguma atitude de Basílio Horta e de Sócrates? A indignação em relação a Fernando Nobre é inversamente proporcional à esperança que 14% dos votantes depositaram nele nas últimas eleições.
Não é comparável, nem as pessoas que criticam a atitude nada nobre de Nobre devem sentir-se criminosas por isso.
Sara: eu sei que o basílico Basílio é um caso perdido. E não “defendo” Nobre: só tento recentrar-me, e ao que me parece ser o fútil sentido da indignação nacional. Continuamos, quixotescamente, a entreter-nos com o que não traz mal ao mundo e a passar ao lado dos verdadeiros aproveitadores.
Não nutro qualquer simpatia por este senhor. A verdade é que este não está bem empregado numa empresa daquelas que, habitualmente, proporcionam bons meios de vida aos que já foram governantes ou ocuparam cargos públicos. Se serviu para ocupar todos aqueles lugares acima referidos foi porque alguém, e foram alguns, lhe reconheceram competência para tal. Por exemplo, vice presidente da AR. Então os deputados daquele tempo eram todos anormais?
Referir que o salvo de investimento estrangeiro apresenta um saldo negativo de 400 milhões é maldade sabendo-se o que se passa com as classificações que as agências apresentam de Portugal. Deveria saber que, actualmente, as empresas que nos vendem bens só os vendem se pagarmos adiantado. Isto não se passava há 3 semans atrás. Se quizermos encontrar culpados temos muito por onde escolher.
Jonas:
Não, os deputados não eram todos anormais, até porque nada tiveram a ver com o assunto.
Basílio foi vice-presidente da AR porque o CDS (partido do táxi, na altura…) o indicou: não havia mais ninguém.
Cada partido indica um vice-presidente, sabia? E que tal informar-se antes de “comentar”?
Jonas:
Os dados respeitam a Janeiro de 2011 e não a 3 semanas atrás.
Quanto ao CV de BH, duas coisas: será que teria sido preciso dizer, exaustivamente, que tudo foi construído dentro da lógica de uma filiação partidária, o CDS-PP (leia-se, os primeiros 9 itens)? Mas, de qlq modo, parabéns pela fé, se acredita que foi a competência pura e simples que o levou lá.
Depois, o que está aqui em causa é a migração partidária. Oportunística e descarada.
Mas talvez sondar quem lhe foi dando o voto… que tal?
O Pedro Correia garantiu-me que neste blog todos os comentários eram dados à estampa, obviamente, acrescento eu, sob condição de não serem insultuosos.
Ora, há mais de 24 horas que comentei esta situação, tendo referido que este caso demonstrava que a cretinice não era um exclusivo do PSD … e até agora nada.
Alguma explicação …
MFM, não sei do que fala.
Nem eu.
Não entendo como uma pessoa tão competente se enreda com este governo de corruptos, incompetentes e mentirosos.
CRISE não é -2% dum PIB qualquer, CRISE é acordar e ver notícias destas praticamente todos os dias.
Que tristeza e pouca vergonha.
Pedro Pereira, nem mais uma palavra. A faltar ao que disse…
Crise é acordar e ver notícias destas praticamente todos os dias.
Boa síntese.