Faz sentido! =), mas o que acontece geralmente e de forma global é exactamente o contrário: julga-se o autor e o livro e nunca a editora! Dou um exemplo: se fosse pela capa eu nunca leria “A Casa-Comboio” de Raquel Ochoa, mas como fui pela autora e pela história, li e recomendo =), mas de facto a capa não é muito apelativa….
Isso é uma grande verdade, mas geralmente é o livro (e o autor) quem paga as favas.
Nem mais, Ana. Paga, e se chegar a receber alguma coisa já é uma sorte.
Foi algo que comecei a fazer já há algum tempo.
Nem eu esperava outra coisa de ti. ;o)
Meu caro Bandeira, essa não é uma mínima, é uma máxima.
Que é isso, Sérgio, que é isso, muito obrigado.
Faz sentido! =), mas o que acontece geralmente e de forma global é exactamente o contrário: julga-se o autor e o livro e nunca a editora!
Dou um exemplo: se fosse pela capa eu nunca leria “A Casa-Comboio” de Raquel Ochoa, mas como fui pela autora e pela história, li e recomendo =), mas de facto a capa não é muito apelativa….
G, em tempo de crise, até o contabilista e o paquete das editoras fazem capas – essa é que é essa.