Concluí que 90% dos portugueses (incluindo, salvo erro, um ou dois dos que escrevem neste blogue) são deselegantes, e que Sócrates, ao sê-lo, está apenas, infelizmente, a seguir a escola nacional da deselegância.
Concluí muito mais do que o que já estava concluído aqui.
Pois que concluí que, não só Sócrates é deselegante, mas 90% dos portugueses o são. Concluí portanto que Sócrates é um digno representante, em matéria de deselegância, do povo que representa (o primeiro-ministro é filho do povo, dir-se-ia nos tempos do PREC).
Além disso, transformei a crítica ao primeiro-ministro, contida neste post, numa crítica a 90% dos portugueses. O que não é uma realização nada pequena, em meu entender.
Vou tentar o meu melhor: os portugueses genericamente especializaram-se em infracultura, o que já era um dado adquirido; Sócrates devia dar-se ao trabalho de recusar a subcultura nacional e lembrar-se que tem obrigações de primeiro-ministro.
Embora seja suposto (ou expectável, como se diz agora) que quem exerce cargos desta dimensão tenha outro nível (obviamente, deve fazer parte dos 10 por cento com mais classe…), a verdade é que nada me surpreende nesta gente – então não tivemos um aspirante a PM e líder do mesmo partido que se estava a “.. gar ” para a Justiça?!
É assim que se diz em Vilar de Maçada, entendeu?
Como é queria a apresentação?
‘Bobi, Tareco busca, busca,mata,mata’
?
É por isso que eu sou um elitista. Não suporto gente rural com vontade de sobressair.
Gente rural?!
Duplo :))))
Duplamente elegante. Sócrates também deve ser dos que dizem, se fosse casado, “a minha esposa“.
É de facto deselegante, de acordo, mas é assim que 90% dos portugueses fala: “eu e …”, nunca “… e eu”.
E portanto V. concluiu…?
Concluí que 90% dos portugueses (incluindo, salvo erro, um ou dois dos que escrevem neste blogue) são deselegantes, e que Sócrates, ao sê-lo, está apenas, infelizmente, a seguir a escola nacional da deselegância.
Isto é: concluiu coisa nenhuma que não estivesse já concluída aqui (excluindo, evidentemente, um ou dois dos que escrevem neste blogue).
Concluí muito mais do que o que já estava concluído aqui.
Pois que concluí que, não só Sócrates é deselegante, mas 90% dos portugueses o são. Concluí portanto que Sócrates é um digno representante, em matéria de deselegância, do povo que representa (o primeiro-ministro é filho do povo, dir-se-ia nos tempos do PREC).
Além disso, transformei a crítica ao primeiro-ministro, contida neste post, numa crítica a 90% dos portugueses. O que não é uma realização nada pequena, em meu entender.
Vou tentar o meu melhor: os portugueses genericamente especializaram-se em infracultura, o que já era um dado adquirido; Sócrates devia dar-se ao trabalho de recusar a subcultura nacional e lembrar-se que tem obrigações de primeiro-ministro.
Embora seja suposto (ou expectável, como se diz agora) que quem exerce cargos desta dimensão tenha outro nível (obviamente, deve fazer parte dos 10 por cento com mais classe…), a verdade é que nada me surpreende nesta gente – então não tivemos um aspirante a PM e líder do mesmo partido que se estava a “.. gar ” para a Justiça?!
O problema é que nem são eles que ficam envergonhados, mas nós que nos cobrimos de vergonha.