Por incrível que pareça, as cerimónias fúnebres são muito mais pacatas no metro de Nova Iorque, em hora de ponta, do que no cemitério de Oeiras, num vulgar dia de semana. Sublinhe-se que o conhecimento do mundo que o Correio da Manhã nos proporciona é tal que não sei mesmo se um dia não acusará os leitores mais assíduos, nos quais me incluo, de enriquecimento ilícito.
Da série ‘quando uma situação parece não poder piorar, eis que a relidade se encarrega de nos mostrar que estávamos errados’
Rui Rocha,

A lei de Murphy ;.)
Esta novela não acaba, meu Deus.
Pois, creio que já nem novela se pode chamar, Ana. Pelo menos, no tempo em que eu via novelas, estas tinham perto de cem episódios. Este caso já deve ter triplicado a marca e prepara-se para ir muito mais longe.