António Mexia disse ao DN que «os governos mais pequenos são mais eficazes». Acho que o presidente do grupo EDP tem razão. E acho que os conselhos de administração dos grupos e empresas públicos e participados mais pequenos também são mais eficazes. E mais baratos, se não se atribuírem prémios por fazer o que é suposto fazerem.
Bem mexe frei Tomás…
jmmcc,

Pois é, João. É preciso atentar no tempo verbal. Mexia está no pretérito. E é imperfeito.
Como frei Tomás.
Subscrevo o comentário de Rui Rocha.
No tocante ao tempo “imperfeito” tenho algumas dúvidas sobre a “perfeição” da gestão de algumas empresas
A gestão de um serviço público geral de primeira necessidade é perfeita: quando é preciso, aumenta-se na factura.
De primeira necessidade e sem concorrência. É de génio, conseguir bons resultados de gestão…
Estes gestores de monopólios de primeira necessidade são uns gurus!