Era uma vez um alce. Conheci-o era eu ainda um garoto e perguntei-lhe como se chamava. Ele achou-me graça, respondeu-me que era conhecido por Rudolph the red-nosed moose por causa de uma constipação persistente e tivemos um pequeno frente-a-frente muito amigável.
Reencontrei-o uns anos mais tarde — andava ele sozinho, afastado da sociedade civil — e ensaiei mais umas perguntas, mas ele fitou-me de longe em silêncio e com ar de poucos amigos. Pus-me a milhas rapidamente antes que a coisa desse para o torto, mas com uma dúvida por esclarecer.
Só muito recentemente é que voltei a vê-lo. Apanhei-o preparado para um part-time que lhe permite viajar à volta do mundo, uma espécie de biscate com passagens incluídas. Estava já vestido a preceito e pronto para partir. A minha dúvida desapareceu e percebi que o grupo parlamentar do PS também tinha contribuído para dissipar o trauma com que ele vivera, cheio de complexos.
Agora já podia ser um transalce assumido e ia fazer tranquilamente a sua tourné de Natal. E eu encontrara a resposta para a tal dúvida antiga: porque é que aquela rena da frente se chamaria Rodolfo?
Estava tudo esclarecido.




Aproveito a oportunidade para desejar a toda a malta do Delito um Santo Natal e um Maravilhoso 2011.
Vou andar uns tempos afastado destas andanças da blogsofera e, por isso mesmo, estes votos antecipados.
Todos lhe agradecemos, Pedro, e desejamos igualmente boas festas para si e todos os seus.
Se vai estar fora de Macau, boa viagem e boas férias.
Obrigado João.
Vamos até Coimbra.
Antes disso, uns dias em Itália (Roma e talvez algo mais).
Abraço
Boa. Aproveitem bem.
E a Liga de protecção dos animais não faz nada?! pfffff…
🙂
:o)