«Teria sido tão importante ter ouvido pessoas como D. Manuel Martins, há um ano.
Era Setembro e o país (ainda) vivia em tons cor-de-rosa. A tempestade aproximava-se, mas a verdade e a honestidade não se deixavam vislumbrar pelo nevoeiro que se abateu na discussão, adensado pelo fumo de campanhas negras contra “a velha”.
Afinal, os modernos e tecnológicos amanhãs não cantaram… só se ouve o tom desafinado e cruel da pobreza.
Quem responde por esta ilegítima apropriação do poder, baseada em pressupostos falsos, em discursos manipulados, em cumplicidades vergonhosas?»
Do nosso leitor Núncio. A propósito deste texto do Rui Rocha.


Só hoje, há poucos minutos (através de um comentário do Pedro Correia), me apercebi que tinha sido homenageado por esta v. rubrica.
O que quero dizer, à laia de agradecimento, não importa o posicionamento, sempre valorizo a discussão. Áliás, prefiro discutir com quem discordo. Haja honestidade intelectual.
Este país, infelizmente, não é para filósofos nem cientistas políticos…