As “mulheres”? Eu te dou as mulheres, ó anjinho.


vidabreve,

Queridas amigas:

 

O Pedro Correia afirmou no seu programa eleitoral que existe um défice de sexo feminino (mais um défice, já cá faltava) na lista de nomeados pelo painel do Combate de Blogs para a eleição do melhor blogger português. Faço minhas as palavras do adversário, mas deixo a pergunta no ar: não lhe parece, minha boa amiga, que também faltam crianças?

 

Os nossos meninos, para usar o argumento do Pedro, escrevem cada vez melhor — isso mesmo ficou demonstrado pelo relatório Pisa da OCDE, que esta semana veio a público. E quem resiste a um bebé fofinho, carequinha, meiguinho, rosadinho, papudinho, com gorrinho de lã a fazer beicinho? Eu não.

 

Por isso vos apresento os filhos de algumas das nossas leitoras, que guardo religiosamente na carteira, entre o passe social (sou um candidato do povo) e o meu velho multibanco (rejeito o despesismo dos cartões de crédito). Se eu pudesse, votaria em todos.

 

 

O divertido Rubem Antunes, de Leça da Palmeira.

 

 

A Cárina Miguéis, de Setúbal.

 

 

O pequeno Martim Oliveira, de Guimarães.

 

 

O Manuel, que já é sócio do Benfica, a comer a papinha.

 

 

A Márisa, do Cartaxo, preparada para o Natal.

 

É tudo o que tenho, leitoras. Enviem-me os retratos dos vossos pequenitos e com gosto os divulgarei. Quanto ao blogger do ano, já sabem: o voto é aqui.

5 comentários em “As “mulheres”? Eu te dou as mulheres, ó anjinho.”

  1. Esta recriação do Portugal dos Pequenitos – para recorrer à expressão imortalizada pelo professor Bissaya Barreto – é artilharia ligeira, caro adversário. Artilharia pesada seria visar o segmento ‘idoso’, o que ajudou a eleger Sócrates em 2005 na esperança de uma velhice tranquila, tem uma ‘vida breve’ pela frente e vota hoje como se não houvesse amanhã.
    Cumprimentos.

  2. Ora aí está uma campanha original, ó candidato do povo! Disputem, disputem, que o vosso disputar tem graça, já que estamos em época de défice de sexo (feminino, só?). Fico aqui a ver-vos disputar.

    Venham de lá os velhinhos do Pedro!

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