Manso não é a tia do Louçã. Mansos somos todos nós que aturamos isto.
6 comentários em “Cogitações”
Pois somos, Leonor. E que dizer entretanto de um comentador do regime, que ainda há pouco ouvi proclamar na TVI 24, quase de joelhos, esta alarvidade: “O governo foi extraordinariamente corajoso. Este é o interesse nacional, é o interesse do País, é o interesse de Portugal”?
Não sei mais que te diga, Pedro. Também ouvi o Almeida Santos dizer que “os sacrifícios pedidos não são incomportáveis”. Só gostava que esta cambada vivesse um mês do ordenado mínimo com filhos em idade escolar e continhas para pagar.
Como não vivo de ‘ses’ e tenho de aturar este desgoverno e o descalabro que tem sido em todos os sectores, não me interessa rigorosamente se o Passos Coelho é igual. Quando ele estiver no governo podemos falar, até lá o único responsável pelos desígnios do país desde 2005 é Sócrates e a sua comandita. O resultado está à vista.
Pois somos, Leonor. E que dizer entretanto de um comentador do regime, que ainda há pouco ouvi proclamar na TVI 24, quase de joelhos, esta alarvidade: “O governo foi extraordinariamente corajoso. Este é o interesse nacional, é o interesse do País, é o interesse de Portugal”?
Não sei mais que te diga, Pedro. Também ouvi o Almeida Santos dizer que “os sacrifícios pedidos não são incomportáveis”. Só gostava que esta cambada vivesse um mês do ordenado mínimo com filhos em idade escolar e continhas para pagar.
leonor, o mundo mudou muito desde que o pinho foi para new york
E como, Ana Margarida.
Era bem pior se tivessemos que aturar o Passos e a sua trupe!
Como não vivo de ‘ses’ e tenho de aturar este desgoverno e o descalabro que tem sido em todos os sectores, não me interessa rigorosamente se o Passos Coelho é igual. Quando ele estiver no governo podemos falar, até lá o único responsável pelos desígnios do país desde 2005 é Sócrates e a sua comandita. O resultado está à vista.