Esta é uma queda proverbial de Diogo Leite de Campos, a das frases que lhe saem à medida no momento preciso, discretamente corrosivas (já como professor assim era). Pode chegar a ser completamente letal (mas para quem consiga acompanhar a coisa, claro 🙂 Tolo?! Deixem-me rir!!! Conheço-lhe muitos atributos – e é extensa a lista. Mas esse é decisivamente um dos que jamais a ninguém de juízo ocorreria formular a seu respeito!
Caro João Carvalho, com este esclarecimento, fica o assunto encerrado. Pela minha parte, claro está. A expressão por mim utilizada no 1º comentário, não visava LC, como pessoa, até porque não o conheço o suficiente para, a esse nível, me pronunciar e, mesmo que o conhecesse, não tinha o direito de o qualificar enquanto pessoa. É verdade que o modo usado para me expressar está longe de ser o mais correcto, donde o poder ser tido como deselegante e até inconveniente. Culpa minha. “Me poenitet “. Fique, pois, claro que o qualificativo usado, ainda que reportado ao autor visava a afirmação que, essa sim, não pode ser levada a sério, pois não é mais que um exercício de retórica lamentável. De facto, a levar-se a sério, ter-se-ia de perguntar a LC, por que razão o seu partido (o PSD) não tomou ainda a iniciativa patriótica de pôr o Governo a andar e por que razão deixou fugir a oportunidade para o fazer, ao não votar a moção de censura apresentada pelo PCP. É que se o Governo é crise (e vice-versa) todas as oportunidades são boas para acabar com a crise e há que aproveitá-las: caído o Governo, morta a crise, uma nova época de prosperidade teria surgido pela mão do PSD. O país ter-se-ia rendido ao partido benemérito. Estranhamente, porém, o PSD não avança. Por falta de sentido patriótico, ou porque, nem para o seu partido, as afirmações de LC fazem qualquer sentido ? Resumindo: o João Carvalho está no seu direito de achar que a afirmação de LC vale ouro e por isso dá-lhe o relevo de “frase do ano”. Igual direito tenho eu a a atribuir-lhe o valor de pechisbeque e a considerá-la como merecedora do título de “anedota do ano”. Dá para ficarmos quites ?
A ironia da primeira resposta que V. me mereceu estava à vista. Quanto ao seu comentário, até me pareceu totalmente legítimo, se quer que lhe diga, independentemente de eu concordar ou não. Já no que respeita à série «Frases do ano», há-de verificar que não tem sido propriamente dedicada a afirmações de grande valor: tem havido de tudo, prevalecendo o aspecto porventura inesperado (negativo ou positivo, ridículo ou profundo) de cada uma. É muito difícil indisporem-me, Francisco: quem anda nestas lides tem de saber lidar com prós e contras (salvo seja). Como, de resto, aqui http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/2176006.html já estava provado. Um abraço.
Tinha-o em melhor conta. Francamente, era preciso estragar a série “Frases do ano” com as palvaras deste “tontinho” ?
Tontinho é a tua tia, pá.
Ó Carvalho, desculpa lá, pá, não sabia que o Leite de Campos era teu tio, pá.
Ó Xico, lá porque ficaste zangado com o tio Carrilho, o mundo não se faz de tios e sobrinhos, rapaz.
Esta é uma queda proverbial de Diogo Leite de Campos, a das frases que lhe saem à medida no momento preciso, discretamente corrosivas (já como professor assim era).
Pode chegar a ser completamente letal (mas para quem consiga acompanhar a coisa, claro 🙂
Tolo?! Deixem-me rir!!! Conheço-lhe muitos atributos – e é extensa a lista. Mas esse é decisivamente um dos que jamais a ninguém de juízo ocorreria formular a seu respeito!
Fala quem sabe. Disse tudo, Chloé.
Caro João Carvalho, com este esclarecimento, fica o assunto encerrado. Pela minha parte, claro está.
A expressão por mim utilizada no 1º comentário, não visava LC, como pessoa, até porque não o conheço o suficiente para, a esse nível, me pronunciar e, mesmo que o conhecesse, não tinha o direito de o qualificar enquanto pessoa. É verdade que o modo usado para me expressar está longe de ser o mais correcto, donde o poder ser tido como deselegante e até inconveniente. Culpa minha. “Me poenitet “.
Fique, pois, claro que o qualificativo usado, ainda que reportado ao autor visava a afirmação que, essa sim, não pode ser levada a sério, pois não é mais que um exercício de retórica lamentável. De facto, a levar-se a sério, ter-se-ia de perguntar a LC, por que razão o seu partido (o PSD) não tomou ainda a iniciativa patriótica de pôr o Governo a andar e por que razão deixou fugir a oportunidade para o fazer, ao não votar a moção de censura apresentada pelo PCP. É que se o Governo é crise (e vice-versa) todas as oportunidades são boas para acabar com a crise e há que aproveitá-las: caído o Governo, morta a crise, uma nova época de prosperidade teria surgido pela mão do PSD. O país ter-se-ia rendido ao partido benemérito. Estranhamente, porém, o PSD não avança. Por falta de sentido patriótico, ou porque, nem para o seu partido, as afirmações de LC fazem qualquer sentido ?
Resumindo: o João Carvalho está no seu direito de achar que a afirmação de LC vale ouro e por isso dá-lhe o relevo de “frase do ano”. Igual direito tenho eu a a atribuir-lhe o valor de pechisbeque e a considerá-la como merecedora do título de “anedota do ano”. Dá para ficarmos quites ?
A ironia da primeira resposta que V. me mereceu estava à vista. Quanto ao seu comentário, até me pareceu totalmente legítimo, se quer que lhe diga, independentemente de eu concordar ou não. 76006.html já estava provado.
Já no que respeita à série «Frases do ano», há-de verificar que não tem sido propriamente dedicada a afirmações de grande valor: tem havido de tudo, prevalecendo o aspecto porventura inesperado (negativo ou positivo, ridículo ou profundo) de cada uma.
É muito difícil indisporem-me, Francisco: quem anda nestas lides tem de saber lidar com prós e contras (salvo seja). Como, de resto, aqui http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/21
Um abraço.
Precipitação minha, concedo. Já tinha dado conta do “link”, que agradeço e que faz prova plena. Abraço retribuído.