Numa das inúmeras entrevistas em que Carlos Cruz se tem desdobrado para clamar a sua inocência e limpar a sua imagem, deparei com a desgraça que se abateu sobre a família Cruz e que terá provocado uma mudança substancial no seu modo de vida. Foi numa dessas revistas que povoam as salas de espera dos médicos, também assíduas nos salões de cabeleireiros que adquirem os mais variados epítetos ao contento das tendências contemporâneas de nomenclaturas do género. Carlos Cruz era amante de gadgets, afirma-o, e agora, pobre dele, não tem dinheiro para o vício. Diz que queria um iPad mas que não pode. Que pena. Proponho que se faça um peditório nacional.
Peditório nacional
cronicasnofeminino,

É tão gostoso bater nos que estão por terra… Heróico, mesmo.
O seu nome vai dar a uma colecção de roupa interior muito interessante. Como aqueles que «estão por terra» não costumam dispor de tempos de antena, posso presumir que veio aqui fazer publicidade? Nesse caso, fica a saber que só a primeira é de borla.
Por seu turno, esconder-se atrás de um pseudónimo é cobarde, mesmo.
Isso só contaram p’ra você…
Ficou o aviso, que é o que importa.
“O que importa não é haver gente com fome / porque assim como assim ainda há muita gente que come”
Isto é um teste. Conhece o autor?
É capaz de ser um desenhador de roupa interior…
Claro. Como eu pensava.
Já dei. Em impostos.
Claro, João.
Por meu turno proponho antes que se faça um abaixo-assinado sugerindo que Carlos Cruz se candidate à Presidência da República. Afina de contasl, Cruz tem carisma, é arguto, inteligente e possui a áurea de um perseguido pelo sistema indigente da República; estou Com Carlos Cruz, quero vê-lo em Belém.
É só o que falta.
Eu ainda continuo a pagar aos advogados e não vejo fim a isto ….
É melhor esperarmos sentadas, a contar pelo acórdão, um episódio absolutamente ridículo e prova de uma amadorismo constrangedor.
Proponho que o tema seja debatido num Prós & Contras.
Boa, Pedro! E porque não? E também em todos os outros programas de debates e, já agora, a abrir todos os telejornais. Diariamente. Mas SÓ se forem também convidados outros condenados em processos de pedofilia. Houve outros, como sabes, devido a certidões extraídas do processo principal da Casa Pia, mas desses ninguém fala. Nem eles. Afinal, as vítimas “falaram verdade” nesses casos? E neste, o “mediático”, eram mentirosas? E as televisões podiam ainda aproveitar para dar a todos os condenados por homicídios, burlas, violência doméstica, assaltos a bancos, etc., etc., e que se sentem injustiçados pelos malandros dos juízes, uma tribuna para dizerem dos tribunais o que Mafoma não disse do presunto. E as audiências entravam em órbita!