Tinha uma dessas aqui inicialmente, António. Infelizmente foi apagada, contra a minha vontade, por uma questão de “direitos autorais”. Quem não tem cão… Um abraço.
Pedro, nunca tinha comentado esta magnífica série, mas hoje deu-me para aqui: adoro esta inclassificável composição-poema na voz teatral e sensual de Gilbert Bécaud! Tem um impacto que não sabemos explicar. Mas a música tem muito de inexplicável, não é?
Sans doute, Pierre.
Um abraço
P.S. : mas prefiro as interpretações iniciais ( 1962 e mesmo 1971 ) mais suaves e menos “dramáticas”
Tinha uma dessas aqui inicialmente, António. Infelizmente foi apagada, contra a minha vontade, por uma questão de “direitos autorais”.
Quem não tem cão…
Um abraço.
Com um prato de escargots, numa esplanada de Montmartre.
“Tamos” nessa!!
Vinha mesmo a calhar.
Pedro, nunca tinha comentado esta magnífica série, mas hoje deu-me para aqui: adoro esta inclassificável composição-poema na voz teatral e sensual de Gilbert Bécaud! Tem um impacto que não sabemos explicar. Mas a música tem muito de inexplicável, não é?
Sem dúvida, Ana. Ainda bem que está a gostar. Esta série será muito looooooonga.