Há algum tempo, esta rapariga encontrou o amor por intervenção minha. Agora está na altura de lhe darmos acesso à fama, à glória, enfim, à posteridade: o Amor e Outros Desastres é o blogue da semana. Espero que não tarde o jantarinho.
Blogue da semana.
vidabreve,

Sim, sim, um jantarinho é o mínimo que se exige.
Tem toda a razão, Genial Bandeira. Mínimo dos mínimos.
Espero que tenhas visto o post http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/21 07499.html, Zé Bandeira.
Oh! [eu corando] lembraram-se. É que só ontem regressei daquele sítio que há à volta do país e não tive tempo para mais do que uma voltinha rápida pelo éter. Grato! :o)
És um ingrato!
Ao fim de tantos anos de ser tua
Amaste outra, casaste, foste ingrato;
Vi-te passar com ela à minha rua
Abracei-me a chorar ao teu retrato
Vi-te passar com ela à minha rua
Abracei-me a chorar ao teu retrato
Podia insultar-te quando te vi
Ferida neste amor supremo e farto
Mas vinguei-me a chorar, chorei por ti
Por entre as persianas do meu quarto
Mas vinguei-me a chorar, chorei por ti
Por entre as persianas do meu quarto
Casaste! sê feliz, Deus te proteja
Não te desejo mal, e tanto assim
Que não tenho ciúmes nem inveja
Como a tua mulher teve de mim
Que não tenho ciúmes nem inveja
Como a tua mulher teve de mim
Mas olha, meu amor, eu não me importa,
Antes que fosses dela eu já fui tua
Podes sempre bater à minha porta
Mas não passes com ela à minha rua
Podes sempre bater à minha porta
Mas não passes com ela à minha rua
(é que isto estava mesmo a pedir faduncho :o)
Ah meu bom amigo, não devia, não devia!
Não lhe bastava ter-me entregue o AMOR, ainda tinha de dar de bandeja ao A&OD este imerecido desassossego? 🙂
Muito, muito obrigada. Generoso como sempre.
Quanto ao mais: o jantarinho tarda, mas não faltará. Palavra de io.
Uma excelente escolha, pois claro.
Aleluia! Estava a ver que nunca mais acordavam. Ós anos que o “Amor e outros desastres” nos dá música da boa, e só agora é que se lembraram de falar nisso…
😉