Dalma Maradona teve de aproximar-se e conter a fúria palavrosa do pai, que estava cheio de razão: por que é que não deixaram a Argentina ganhar, não é verdade? Tiveram foi muita sorte, que o homem dos dois relógios de pulso não se despiu ali mesmo. Ainda por cima, se há coisa que chateia o mais pacífico dos mortais é sentir no ombro uma mão enluvada um bocado pidesca.
Já os alemães foram muito mais contidos. Sempre pragmáticos e com bons modos, apenas lhe apresentaram educadamente cumprimentos de despedida. Tschüssinho, pá!



Gosto mais da palavar escrita assim: tschüβ
:)))))
Estes alemães na África do Sul são muito rurais. Lá sabem escrever «tschüβ»…
A versão com o ß não é a correcta. Penso que o foi até meados da década de 90, mas que a revisão ortográfica (sim, na Alemanha também há disso) eliminou alguns casos onde se usava essa letra (o eszete, que é como se escreve, creio) e modificou as palavras para passarem a ser escritas com “ss”. Não foi em todos os casos: a palavra rua continua a ser a boa e velha Straße
Mas eu não falei em correcção, falei em gosto. Ora repare bem: tschüβ . Lida por uma alma portuguesa quase não tem ponta por onde se pegue.
:))
Saberão o que quer dizer: pode ser que se “prejudiquem” contra a Espanha?
E…?
Os alemães jogaram duplamente motivados contra a Argentina. Maradona tinha prometido despir-se se a Argentina vencesse o Mundial. Conclusão: quanto mais depressa ficasse pelo caminho melhor.
Um brinde à Alemanha.
Pois brindemos.
Sim, um brinde à Alemanha, sem dúvida!
Quanto ao Maradona e à sua anunciada promessa, parece-me que ele a ia cumprir, mas não daquela maneira que toda a gente estava a pensar. Segundo as últimas notícias, para ninguém ficar triste no final do Mundial, ele já tinha encomendado do Japão um fato integral para o efeito, do mesmo fabricante das saias que aqui nos trouxe a Ana Vidal…
Deixei-te uma dicas para os teus belos ‘barbecues’ na ‘passerelle’…
Estou só à espera que dêem uma rabecada à Espanha. Politicamente incorrecto, eu sei, mas ninguém é perfeito :)))
Tschüss, Spanien!
Tschüssinho, hermanos! Não é por nada, não, mas nunca gostei daquelas histórias à volta do TGV. Nem da via ibérica, que sempre achei muito estreita…
Vou pela mesma bitola (pouco ibérica) e apoio a Alemanha até ao fim. Já aqui em casa há quem simplesmente queira a equipa que melhor possa vencer os holandeses na final, que se a Holanda ganhar o Mundial ninguém os atura.