Já agora, valia a pena fazer um similar para quem faz plásticas, eheh:) Isto é, nascer, crescer, começar a envelhecer, ficar como novo… e depois aquela coisa toda a desgregar-se…
Quanto à mensagem (pré-abrilista), lembrei-me de Teixeira de Pacoaes:
« Graças a Deus, a infância não me deixa (…) Fui sempre uma criança que faz versos, e é capaz de estar um dia inteiro a ouvir um passarinho ou a contemplar duma janela os altos cerros do Marão! Fui sempre uma criança que faz versos – uma criança intimamente deslumbrada e desgostosa! Fui e sou ainda! E já lá vão quarenta e dois anos da minha vida!”. »
Essa ideia é genial, Chloé: tinha graça fazer um filme destes com algumas caras bem conhecidas, que foram envelhecendo e depois “desenvelhecendo” outra vez. 🙂
Este vídeo fez-me lembrar um projecto que, embora diferente, também usa as novas tecnologias aplicadas à fotografia. Vou fazer um post para publicar amanhã, dia 16.
Eu bem me esforço…;))
Muito bom. Palmas também para si, Ana.
Eu também, e nem sempre consigo… mas vai-se tentando, não é?
Bonito!
E inteligente.
Tem mensagem? Deve ser de um baladeiro pré-25 de Abril. Eheh… Mas é bom. Palmas.
Ó rezingão, olha que a vida passa num minuto…
🙂
Acho um bocado exagerado…
Vá lá, dois ou três minutos e não se fala mais nisso.
Estás uma inflacionária.
Já agora, valia a pena fazer um similar para quem faz plásticas, eheh:) Isto é, nascer, crescer, começar a envelhecer, ficar como novo… e depois aquela coisa toda a desgregar-se…
Quanto à mensagem (pré-abrilista), lembrei-me de Teixeira de Pacoaes:
« Graças a Deus, a infância não me deixa (…) Fui sempre uma criança que faz versos, e é capaz de estar um dia inteiro a ouvir um passarinho ou a contemplar duma janela os altos cerros do Marão! Fui sempre uma criança que faz versos – uma criança intimamente deslumbrada e desgostosa! Fui e sou ainda! E já lá vão quarenta e dois anos da minha vida!”. »
Calha bem, Chloé. Também fui sempre uma criança como Teixeira de Pacoaes. Até aos quarente e dois…
Essa ideia é genial, Chloé: tinha graça fazer um filme destes com algumas caras bem conhecidas, que foram envelhecendo e depois “desenvelhecendo” outra vez.
🙂
Uuuuiii, para mim terá acabado na mesma altura, só que já lá vai p’r’aí… o fim do guterrismo (uma alma de criança podia lá resistir àquilo!)
Por acaso já conhecia, não sei se foi este que vi ou outro do mesmo género, confesso que me deixou meditabunda….:)))
A mim também, Ariel, além de intrigabunda com a técnica apurada do filme…
🙂
Como é perturbador.
E quanto ao “rasgo”, concordo.
:)))
Este vídeo fez-me lembrar um projecto que, embora diferente, também usa as novas tecnologias aplicadas à fotografia. Vou fazer um post para publicar amanhã, dia 16.
:)))