Mas não se preocupem que (no caso de serem implantadas as leis entretanto votadas este mês e que seguiram para Belém) os resultados vão melhorar no futuro próximo com o “inclusivismo” xpto e representantes delegados nas escolas a promoverem(sim ,abertamente e sem vergonha fala-se já em promover e não apenas respeitar) as novas “disciplinas” de “cidadania”.
Olá Pedro, Os resultados foram maus é certo mas será que se os exames contassem para alguma coisa os resultados não seriam diferentes? A minha filha que está agora no 8º Ano já anda preocupada com os exames no final do ano. Nós dissemos-lhe que apesar de não contar para nota ela deveria estudar e aplicar-se tal e qual como fosse. Estão em jogo as capacidades dela e dos professores dela. E como nós tenho a certeza que muitos pais dirão o mesmo. Mas será que eles depois não se desleixam e vão para o exame como se nada fosse? Desabafo feito Feliz 2024! Um abraço, Trigueiros
Ainda há esperança. Se esse tal PNS for eleito, num socialismo revigorado, aos professores e aos directores das escolas até lhes vão tremer as perninhas. Vai-se acabar o fandango. Que com ele a dirigir a orquestra, a música vai ser outra – assim mais para o allegro, vivace. (Aos alunos não lhe vão tremer as perninhas porque isso seria atormentar as crianças e os jovens e desviá-las sem razão da sua contínua vigília ao que está a acontecer no telemóvel.)
Não percebo o protesto, os ideólogos do regime socialista não querem igualdade? agora são todos iguais. No desastre. Só resta destruir a Educação Física.
As provas de aferição são apenas mais boa medida em teoria mas um desastre na prática. Se o objetivo é aferir o conhecimento dos alunos dava jeito que estivessem em sintonia com o que é lecionado. Não é bem isso que se passa. Depois não contam para nada. O que se constata é que alunos com boas notas nos testes do plano curricular tem más avaliações nas provas de aferição. Conclusão: algo está mal, as provas de aferição ou o ensino em geral. Estes factos tem-se verificado com frequência, para além dos governos que se pretendem atingir com este “brilhante” post, pelo que classificá-lo com legado é mais uma ao lado na ânsia do vale tudo para dizer mal.
Mas não se preocupem que (no caso de serem implantadas as leis entretanto votadas este mês e que seguiram para Belém) os resultados vão melhorar no futuro próximo com o “inclusivismo” xpto e representantes delegados nas escolas a promoverem(sim ,abertamente e sem vergonha fala-se já em promover e não apenas respeitar) as novas “disciplinas” de “cidadania”.
Olá Pedro,
Os resultados foram maus é certo mas será que se os exames contassem para alguma coisa os resultados não seriam diferentes?
A minha filha que está agora no 8º Ano já anda preocupada com os exames no final do ano. Nós dissemos-lhe que apesar de não contar para nota ela deveria estudar e aplicar-se tal e qual como fosse. Estão em jogo as capacidades dela e dos professores dela. E como nós tenho a certeza que muitos pais dirão o mesmo.
Mas será que eles depois não se desleixam e vão para o exame como se nada fosse?
Desabafo feito
Feliz 2024!
Um abraço,
Trigueiros
Paixões não correspondidas…
JSP
Ainda há esperança. Se esse tal PNS for eleito, num socialismo revigorado, aos professores e aos directores das escolas até lhes vão tremer as perninhas. Vai-se acabar o fandango. Que com ele a dirigir a orquestra, a música vai ser outra – assim mais para o allegro, vivace.
(Aos alunos não lhe vão tremer as perninhas porque isso seria atormentar as crianças e os jovens e desviá-las sem razão da sua contínua vigília ao que está a acontecer no telemóvel.)
Não percebo o protesto, os ideólogos do regime socialista não querem igualdade? agora são todos iguais. No desastre.
Só resta destruir a Educação Física.
As provas de aferição são apenas mais boa medida em teoria mas um desastre na prática.
Se o objetivo é aferir o conhecimento dos alunos dava jeito que estivessem em sintonia com o que é lecionado. Não é bem isso que se passa. Depois não contam para nada.
O que se constata é que alunos com boas notas nos testes do plano curricular tem más avaliações nas provas de aferição.
Conclusão: algo está mal, as provas de aferição ou o ensino em geral.
Estes factos tem-se verificado com frequência, para além dos governos que se pretendem atingir com este “brilhante” post, pelo que classificá-lo com legado é mais uma ao lado na ânsia do vale tudo para dizer mal.