Expresso curto


Pedro Correia,

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O ano, para o Expresso, tem onze meses. Dezembro não conta.

22 comentários em “Expresso curto”

  1. Na minha modesta opinião, já foi um jornal de referência. Hoje por hoje, não passa de “Espesso”: muito papel, pouco jornalismo, muita propaganda.

    1. Eleger figura e acontecimento do ano 2023 na edição de 1 de Dezembro, fazendo de conta que o último mês do ano não existe, é demonstração clara de incompetência.
      Nunca tinha visto algo semelhante. Faz lembrar aquelas lojas que começam a anunciar “promoções de Natal” ainda em Outubro.

      1. é essa a intenção: mostrar que é tudo maninho «Do latim *maninu-, «estéril», do latim ibérico manna, «estéril»

      2. já aplicou o seu lápis azul com censura a muito menos. aqui jogou com a graçola publicando e no cuidado com a língua.

  2. Ainda se fosse Figurão, vá que não vá, agora figura, nem triste.
    Ai Expresso, quem te viu e quem te vê.

    1. Aqui a questão não é a escolha, sempre subjectiva.
      Aqui a questão é eles afirmarem aos quatro ventos que esta é a votação das figuras e dos factos do ano… encolhido para 11 meses.
      Dava chumbo elementar no ensino básico.

  3. Ainda se vai a tempo de discutir a responsabilidade do jornalismo politico “de referência” no atraso e decadência portuguesa.

    1. Melhor, para si, era que não houvesse jornalismo algum. Havia o Borda d’Água, a voz da paróquia, o Avante!, o ‘Povo Livre’, o ‘Acção Socialista’ e os folhetos do Lidl.

      1. Estou a perceber, numa democracia nada de discutir o que o 4ºpoder contibui para o estado do país. É vaca sagrada. Tabu.

        Prefere a discussão silenciosa dos portugueses continuarem a comprar cada vez menos jornais.

        1. Você é daqueles que aparecem sempre em socorro dos políticos, dizendo que a culpa é do alegado “quarto poder”, que não está inscrito em Constituição alguma.
          Dá jeito haver gente assim, para os ocupantes dos outros três poderes. Os únicos que existem.

      2. Mas pelo menos deixe ficar a inefável Anabela Neves a permanente “funcionária do mês” do Largo do Rato.

  4. Claro que há , e continuará a haver, “jornalismo” português : Melchior e Palma Cavalão deixaram descendência…
    Pessoas tidas por bem informadas garantem-me que a última página do folheto “Público” é a prova irrefutável dessa continuidade…
    JSP

    1. Faço notar apenas que a alternativa, sendo as coisas o que são hoje, seria a ausência total de jornalismo. E essa é uma falsa alternativa. Porque seria sempre muito pior.

  5. Olhando para o escrito anterior, comparar António Costa com Cavaco Silva é bizarro.
    Cavaco deixou muita obra; hospitais, escolas, pontes, autoestradas, CCB, fábricas etc.
    Liberdade de imprensa; nasceu a SIC, TVI, rádios.
    Portugal nunca cresceu tanto. No entanto Costa foi quem mais dinheiro recebeu da CEE.
    Desprestigiaram tanto Cavaco! Nunca obteve lugares na Europa.
    Os filhos nunca estiveram na política, ao contrário destes que metem familiares e amigos por todo o lado de Norte a Sul.
    Pior cego é o que não quer ver.
    Cumps.

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