DELITO há dez anos


Pedro Correia,

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Helena Sacadura Cabral: «Está a tornar-se hábito que os familiares de políticos vejam a sua vida pessoal na praça pública como se exercessem funções que a tal impusessem. Agora é um jornal que coloca em primeira página que a mãe do engenheiro Socrates deve dinheiro ao fisco por via de mais-valias na venda de uma sua casa. Mas o que é que algum de nós tem que ver com a vida da senhora? Se deve, é o fisco e só ele que tem de resolver o assunto. Se não deve, é uma calúnia que merece ser punida.»

 

José António Abreu: «Ler blusas é como uma dose de vitaminas que só existe num determinado alimento. É como a vitamina D, que apenas se obtém com abundância no Verão, ao sol. Deve até ser por isto que tantas pessoas olham para mim e comentam que ando anémico. Têm razão: ando com tão pouca energia que nem no blogue tenho escrito. Tudo bate certo, agora que penso no assunto. Mas preciso de reagir. Hei-de ir a uma farmácia ver se há suplementos para suprir esta deficiência. Ou então talvez experimente ler outro livro do Gonçalo M. Tavares.» 

 

Eu: «Matam-no segunda vez todos quantos, no próprio PSD, pretendem ignorá-lo, arrumá-lo num rodapé de manual, confiná-lo a uma missa de sufrágio ano após ano, por esta data. Sá Carneiro merece muito mais que isso. E os largos milhares de portugueses que ainda hoje se revêem no seu genuíno ideário também.»

2 comentários em “DELITO há dez anos”

  1. Está a tornar-se hábito que os familiares de políticos vejam a sua vida pessoal na praça pública como se exercessem funções que a tal impusessem.

    Pois, com a Santa Aliança entre a corporação do Ministério Público e a corporação dos jornalistas – todos eles, dos mais porcalhões indivíduos que este país produz – é um fatar vilanagem.

    Há uns dias era ver os jornalistas à porta da casa de João Galamba, a perseguir cidadãos inocentes, a mulher e os filhos dele, e a tocar às campainhas dos vizinhos para fazer perguntas parvinhas.

    A porcalhice dos jornalistas deste país não tem descrição.

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