16 comentários em “Um social-democrata à procura da sua identidade”

  1. Parafraseando, ” Da Vigarice como uma das belas artes”…
    Quem será o público – alvo alvo deste típico chico-esperto ?
    JSP

  2. O típico discurso de um liberal, mentiroso, parasita, parolo, de vitimização e do coitadinho que tudo aquilo que tem não é por mérito, esforço, e perfil, mas graças à cunha de familiares, amigos, seita política, religiosa, ou sociedades secretas.

  3. Quando é que o Partido Socialista muda o seu nome para Partido Democrata ou Bloco de Esquerda?

    A palavra Socialismo está no título de 2 dos regimes genocidas do século XX: Nazi, União das Republicas Socialistas Soviéticas. Só o controlo do jornalismo pela esquerda faz que esta questão esteja censurada. Se o Socialismo fosse bom teria tido força para impedir aqueles dois regimes de se terem tornado no que se tornaram.

    1. lucklucky deve estar convencido que quem o lê nunca leu mais nada.
      e então o PS Espanhol, o PS do Luxemburgo, governo, o PS francês e o PS italiano que até tinha a foice e o martelo no emblema? E há mais.
      Afinal a célebre cassette tem agora outra música embora riscada.

      1. E?
        Foi também pela pela transformação de parte da esquerda Italiana em PD que referi acima como hipótese o nome de Partido Democrata.
        O PSI teve a foice e o martelo até ao fim dos 1970’s, substituiu pelo cravo quando também supostamente renunciou ao Marxismo. O PS seguiu o mesmo processo anos depois.
        PSI que veio a desaparecer com escândalos de corrupção…será omen?

        1. mas a questão é o socialismo ou os Partidos Socialistas, que verdadeiramente são trabalhistas ou social-democratas.
          essa treta da mistura nazis com comunistas é para atrapalhar, coisa que os nazis resolveram com fuzilamentos.

  4. Há duas tendências para organizar politicamente um País quanto à formato do escrutínio eleitoral, democrático.
    -Uma tende a privilegiar escolhas entre ideologias/partidos políticos.
    Vota-se em partidos. Como frisa este post, é o caso de Portugal, vota-se em partidos, com referências ideológicas, mais ou menos dubiamente apresentadas e quase sempre caricatamente defendidas pelo seu #1, em campanha eleitoral. As posteriores alianças entre essas díspares ideologias fazem parte do negócio, “business as usual”, a luta pelo poder político. No caso vertente este candidato gravita e debita desconchavadamente pseudo ideais para justificar a sua sede de poder político. Não está só.
    -A outra forma tende a privilegiar escolhas de personagens, candidatos, Candidatos da àrea em causa. De uma lista de nomes vota-se (e responsabiliza-se) nominalmente alguém minimamente reconhecido localmente como um capaz futuro MP (deputado). Sendo que a sua eventual conexão a algum partido é conhecida, tal como são conhecidos os deveres e limites que esse partido concede aos seus MPs…. Também não se evita “compra de votos”, mas mais elementarmente envergonham-se candidatos e votantes, o que é, de serta forma, politicamente construtivo.
    Enfim, boa sorte a todos.

  5. Infelizmente nem todos podem nortear a sua vida em busca do conhecimento permanente. Outros mais modestos contentam-se em mostrar a realidade.

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