
Crianças arménias refugiadas em 1915: o primeiro genocídio documentado do século XX
Também em matéria de “catástrofes humanitárias” (como agora tantos dizem, numa tradução imbecil do ‘amaricano’) há umas mais iguais do que outras.
A Arménia, lá nos confins do Cáucaso, sem jornalismo nem “activismo” nas redondezas, pode ser chutada para o rodapé pelo supremo responsável da segurança global (atenção: as cinco anteriores palavras são em registo irónico).
Convém nunca esquecer que os arménios sofreram o primeiro genocídio documentado dos tempos modernos. Há pouco mais de cem anos, cerca de milhão e meio foram massacrados pelo já decadente Império Otomano, avô da Turquia actual – incluindo deportações e assassínios em massa.
Seguiu-se o tenebroso Holodomor – a condenação de um povo inteiro à morte pela fome. Neste caso ucranianos, submetidos à mais cruel pena capital colectiva pela URSS de Estaline em 1932/1933.
Massacres étnicos originaram também grandes êxodos – de dezenas de milhões de pessoas. É outro dramático legado do século XX.
Entre 1944 e 1949, 1,7 milhões foram expulsos da Polónia para a Ucrânia – e vice-versa.
Após 1945, cerca de 8 milhões de alemães foram evacuados dos chamados “territórios de Leste” para o perímetro da actual fronteira alemã – e, depois, muitos fugiram da RDA para Ocidente.
O desmembramento do Hindustão britânico originou entre 1947 e 1951 o êxodo cruzado de 15 milhões de pessoas da União Indiana para o Paquistão – e vice-versa. Nessa traumática jornada entre fronteiras recém-estabelecidas, terão morrido cerca de dois milhões de pessoas.
O genocídio ocorrido no Camboja submetido ao domínio totalitário comunista de Pol Pot, entre 1975 e 1979, custou pelo menos dois milhões de vidas humanas.
A disputa pelo enclave que acaba agora de mudar de mãos no Cáucaso originou em 1994 a deslocação forçada de cerca de 400 mil arménios e de mais de um milhão de azeris.
Menos expressivo, mas não menos doloroso, foi o êxodo ocorrido em Chipre na sequência do golpe ilegal ali protagonizado pela Turquia em 1974 que dividiu a ilha até hoje: 200 mil gregos e 60 mil turcos desalojados.
Viria a acontecer, em escala maior, nas guerras dos Balcãs da década de 90 – ainda cheia de chagas por cicatrizar.
E no Ruanda, na sanguinária guerra civil de 1994: cerca de um milhão de mortos em apenas três meses apenas por pertencerem à “etnia errada” (tútsis, sobretudo).
Sem esquecer a guerra no Sudão, culminada na “limpeza” étnica no Darfur, em 2003: pelo menos 2 milhões de mortos e 6 milhões de refugiados nos vinte anos seguintes. Primeiro genocídio documentado deste já tão triste século XXI.

Guterres na fronteira entre Gaza e o Egipto (20 de Outubro)
Existirá, nos casos de grandes êxodos, uma figura da justiça internacional denominada “direito ao regresso” dos desalojados, apenas invocada no caso da Palestina?
Fica à consideração dos especialistas.
Ao secretário-geral da ONU nem é preciso perguntar: dirá logo que sim. Num reflexo condicionado semelhante ao que no passado dia 20 o levou a mostrar-se aos repórteres do lado da fronteira egípcia com Gaza numa arenga cheia de bonitas frases humanitárias que esqueceram os mais de 200 reféns israelitas e de outras nacionalidades levados à força pelo Hamas, em circunstâncias bárbaras.
Também se peca por omissão. Eis um destes casos.

O engenheiro pantanoso é o homem certo no lugar certo: uma organização que passa a vida a emitir resoluções contra Israel e a desculpar o “terrorismo democrático” só tem o que merece. Aliás, acho que merecia bem pior. A ONU já teve um secretário geral que validava as atrocidades nazis. Agora tem outro.
Em matéria de omissões o idoso apocalíptico da ONU é mestre: já contaram quantas vezes ele denunciou, por exemplo, o genocídio dos uigures por parte da maior organização genocida da história chamada Partido Comunista Chinês?
Como alguém disse, conta-se rápido, não conta?
O mundo descobriu o Eng Guterres ontem. Em Portugal já conhecemos a “peça” há muito. E de gingeira.
Sobre a Síria, o Afeganistão, o Irão ou a Coreia do Norte, nem um pio.
Bastar-lhe-ia dizer que o povo palestiniano só tolera a existência do Hamas por estar sujeito a uma situação injusta.
Justificava o povo palestino, não o Hamas.
Mas criado na cultura do nim, ficou surpreendido por não entenderem esse pináculo da cultura política portuguesa.
Muito bom. Ninguém duvida que o actual Mr. ONU é um homem bom.
Só que agora está no lugar errado. Enquanto porta voz de causas dos refugiados sim, aí lá ia fazendo o seu papel, arrastando famosas caras e camaras de TVnews atráz de si. Nesse folclórico jogo, tudo bem.
Agora, tanto nas “alterações do clima” como no “terrorismo Hamas”, está completamente fora do perfil. São outra divisão, outro campeonato.
Muito menos será como alguém capaz de reformular aquele capacioso areópago.
Foi pena não ter ido fazer arengas também, junto a um qualquer posto fronteiriço ucraniano, quando começou o êxodo forçado de mais de 10 milhões de mulheres, crianças, bebés e velhos da Ucrânia fugidos da agressão russa em Fevereiro de 2022. ais-de-10-milhoes-de-pessoas-ja-sairam-d a-ucrania
https://pt.euronews.com/2022/08/09/m
o êxodo forçado de mais de 10 milhões de mulheres, crianças, bebés e velhos da Ucrânia
Não foi forçado. Ninguém lhes apontou uma baioneta às costas obrigando-as a irem-se embora.
Foram-se embora porque quiseram, para sua própria segurança e de motu proprio. Aliás, muitas delas entretanto regressaram. Ninguém as forçou a partir nem ninguém as impediu de regressar.
Foram à praia tomar banho de sol. Cortesia do genocida de Moscovo.
É isso que vocês “investigam” no IST?
Esta fica no topo.
“Não foi forçado”
“Foram-se embora porque quiseram, para sua própria segurança”
Foram de vacanças, ver a paisagem.
Antes da fuga do pântano, o ex-engº do Gabinete do Plano de Fomento de Marcelo Caetano, entusiasmou-se com Timor. Poi o paladino do referendo da independência. Alguns tentaram incutir-lhe bom senso, isto é, que seria necessária uma força internacional que pudesse conter possíveis reacções do exército indonésio (perfeitamente previsíveis a quem quem que seja, mesmo não especialista; bastava ter lido Larteguy). Claro que quem não apoiava o referendo imediato, era apodado de inimigo do povo de Timor. Com o seu confessor, nomeado Alto Comissário (o Pe. Vítor Melícias, um franciscano com voto de pobreza mas que, enquanto banqueiro, se deslocava de BMW com motorista) lá se ganhou o referendo da independência com 76,5% dos votos.
O exército indonésio não actuou directamente (o brigadeiro comandante seria depois julgado e condenado em tribunal militar) mas cedeu armas aos activistas da APODETI (defendiam a integração na Indonésia) e alheou-se da guerra civil. Pelo menos 30 mil mortos e um número desconhecido de desaparecidos (muitos levados à força para o Timor indonésio) e um país (novamente) devastado..
Ao que diz o Hamas (há que reduzir drasticamente), Israel já matou 5.800 pessoas em Gaza. Dado o currículo timorense, para o engº político-climático, deviam ser trocos. Só que precisa tanto da aprovação dos mouros (até os da AR portuguesa) como Marcelo das “selfies”.
Hmmm. Portanto, de acordo com o Francisco Almeida, a culpa por terem sido assassinadas milhares de pessoas após o referendo em Timor não foi dos seus assassinos, mas de quem efetuou lá um referendo sem previamente pôr tropas a salvaguardar a paz. É isso?
Isso faz lembrar aquele argumento de que a culpa de a mulher ter sido violada não foi de quem a violou, mas sim da minissaia que ela usava.
A culpa dos assassinatos em concreto é sempre dos assassinos. Isto é tão linear que o comentador Balio-Lavoura tem de escolher entre confessar-se estúpido ou desonesto.
Mas há uma responsabilidade política, implicando culpa, a quem cria condições para que esses assassinatos possam ocorrer. Em Timor foi dos entusiastas do referendo, com Guterres à cabeça e Melícias à Ilharga.
Exemplificando. A culpa dos 1300 israelitas e outros assassinados em 7 de Outubro é sempre dos terroristas da Hamas. Mas se por hipótese gratuita – em que não acredito – os serviços de informação israelitas, de “motu proprio” ou cumprindo ordens, tivessem deliberadamente ignorado informação prevendo o ataque do Hamas, existiriam também outros culpados.
Em qualquer caso, a culpa de responsáveis, por acção ou omissão, da situação que facilita ou permite os crimes, em nada diminui a culpa de quem os comete. Não se trata de repartir culpas, como querem muitos, mas adicionar culpas.
Sinceramente não percebi muito bem o alcance deste post…
Aguarda pela versão ilustrada, com bonequinhos.
dizer mal do guterres porque é do partido socialista , o arqui inimigo do psd.
“marina” (com minúscula) é o novo pseudónimo do Lavoura?
não , somos os dois intj. de aí coincidirmos às vezes. há quem veja padrões e há quem veja quadradinhos…
somos os dois intj. de aí coincidirmos às vezes. há quem veja padrões e há quem veja quadradinhos…
É estranho você achar que é inteligente, porque quadradinhos também são um padrão.
Já reparei há muito que o nickname de “ marina” é utilizado
por várias pessoas, dependendo do tema .
Basta só um pouco de atenção e para alguns é cristalino.
Pensei o mesmo, Kika.
O que é ainda mais vergonhoso da parte destes trolls. E dos bots que os enquadram no rebanho.
🌻
não percebi muito bem o alcance deste post
vituperar António Guterres, por ele não ser adequadamente pró-israelita.
Espere pela versão ilustrada para perceber.
Vai ter bonequinhos.
Eu aproveito para vituperar Guterres, só por ele ser socialista.
Bom dia Pedro Correia
À sua magnífica lista poderá ser acrescentado mais uns “piquenos” (Manuela dixit) berbicachos aqui e ali como por exemplo, no “corno” de África, Iémen, Sul de Marrocos, Oeste da China, Amazónia, Caxemira, Curdos, Líbia. “Pintelhos” (Catroga dixit).
Um mundo de paz solene pós-1945, sempre pantanosamente gerido.
Boa semana. Saúde.
António Cabral
Bom dia, meu caro. ais-de-10-milhoes-de-pessoas-ja-sairam-d a-ucrania
Como diz, a lista poderia ser quase interminável. Mas creio que esta serve como amostra.
E como ilustração da duplicidade do actual secretário-geral da ONU, que nunca vimos numa fronteira ucraniana a fazer comícios de comiseração pelos refugiados – e da Ucrânia, neste ano e meio, já fugiram mais de dez milhões, todos vítimas adicionais da criminosa invasão russa.
https://pt.euronews.com/2022/08/09/m
Ficamos a saber que para Guterres há refugiados de primeira e refugiados de segunda – ou de quinta ou de décima divisão.
Esses aí puderam fugir…
Até deviam ter mandado um postalzinho ao Putin, para agradecer tamanha generosidade.
Fica já o aviso: “comentários” paridos por bots, com português macarrónico produzido por “inteligência” (estupidez) artificial, ao serviço de multinacionais anti-semitas, vão directos para o lixo. etario-geral-511861
Para contrastar com o esterco racista que encontrei hoje nesta vergonhosa caixa de comentários:
https://miguelbastos.blogs.sapo.pt/secr
Muito esclarecedor, Pedro. Todos os protestantes de causa única deviam ler e entender.
Sim, os israelitas podem cometer crimes de guerra e shiuuuu
Crime de guerra, segundo o Hamas e a Mariana Mortágua, foi o “bombardeamento de um hospital por Israel” que provocou a “morte de mais de 500 pessoas”.
Fake news replicadas no mundo inteiro. Pelos mesmos que passam o tempo a bradar contra a desinformação.
Creio que leu tanto a publicação como o comentário de pernas para o ar. Os apontadores de dedos como o senhor funcionam como as bússolas. Têm os indicadores imantados para a Ucrânia e Israel. O que se passa no resto do mundo não tem qualquer importância é tudo “shiuuuu”
Badalam em reflexo condicionado, Dulce.
Têm uma cartilha muito curta com a mesma resposta para tudo: os males do mundo são sempre culpa dos EUA, da UE (onde eles vivem) e do capitalismo (do qual não fogem).
Tal e qual, Pedro.
Só espero que não pensem em “presidenciá-lo” por cá. Políticos que caprichosamente não cumprem o mandato para que foram eleitos ou que abandonam os mandatos para desempenhar outras funções mais vistosas (como fizeram António Costa ou Durão Barroso), defraudando dessa maneira as aspirações das pessoas que confiaram neles, não devem voltar à nossa política.
E depois é a conversa mole deste fulano — o tom condescendente, as ideias certinhas, aquele sentido “humanista” ancorado nos factos jornalísticos, toda aquela banalidade pegajosa. É perfeitamente detestável. Nada daquilo é crucial. Para onde quer que ele vá, o pântano arrasta-se atrás dele porque é dele que o pântano emana.
Já aquece os motores da pré-campanha.
Recordo-me de ter sido um entusiasta da sua candidatura à ONU – apenas pela razão de isso o impedir de se candidatar à presidência da república: ganharíamos nós, perderia o mundo.
Já está em pré-campanha acelerada para as presidenciais, como se nota nos panegíricos cá do burgo nas últimas 48 horas.
Recordo-me de ter sido um entusiasta da sua candidatura à ONU – apenas pela razão de isso o impedir de se candidatar à presidência da república: ganharíamos nós, perderia o mundo.
Isto sim é que é um profeta.
Pois prepare-se: ele vem correr para Belém. E deixa a Greta a tomar conta da chafarica lá em Nova Iorque.
Credo, isso é pior do que o Apocalipse
A menos que faça um desvio e fique presidente de Gaza.
Subscrevo o seu post.
Todos são iguais, mas alguns são mais iguais que outros, como diz o povo.
Vamos levar com o eng. a semana toda a explicar o inexplicável, o homem se ficasse calado só teria a ganhar.
RCL
Esquecer o 7 de Outubro, dia da infâmia, foi pecado mortal na discursata fronteiriça do secretário-geral da ONU. Que nunca fez nada semelhante junto às fronteiras da Síria ou do Afeganistão.
o tenebroso Holodomor – a condenação de um povo inteiro à morte pela fome
Será isto que Israel está agora a fazer em Gaza?
Qual será a pergunta seguinte neste seu árduo dia de trabalho? Culpar os judeus pelo Holocausto?
No caso do balio, uma alta-patente entre os misóginos, a culpa é dela por andar de mini-saia.
Se calhar até calçava salto agulha. Factor agravante.
O balio é um provocador, não lhe ligue, ele até se cala quando lhe respondem á seria.
Balio é um zeloso “servidor público”. Só aparece por cá entre segunda e sexta, de manhãzinha.
Fazendo um esforço por colocar de lado o que conhecemos deste figura gelatinosa, tragico-melosa, que discursa de olhos fechados para mostrar que é um sujeito muito sensível, colocando isso de lado, dou por mim a notar na tendência de tenta político confundir “fazer política” com “fazer comentários”. Será uma tendência nacional?
Eu só gostava de perceber porque razão os países árabes nomeadamente o Egipto não quer receber palestinianos.
Em adenda recomendo a visualização do 1º discurso do novo líder do congresso dos USA.
Eu só gostava de perceber porque razão os países árabes nomeadamente o Egipto não quer receber palestinianos.
Deve haver muitas razões, mas pelo que tenho lido por aí a razão principal deve-se ao facto de os palestinianos estarem ligados à Irmandade Muçulmana (de onde emergiu o Hamas), que é o inimigo n⁰1 do Egipto. O que demonstra a influência dos xiitas e do Irão sobre os “palestinianos” que etnicamente não formam uma população homogénea. Os egípcios são sunitas. Lembremos que apesar de falarem árabe, os egípcios etnicamente não são o mesmo povo que existe na Síria, na Jordânia ou no Iraque.
Obrigado, xiitas é o hamas e sunitas “era” o isis e se bem percebo eles não se dão lá muito bem, talvez haja aqui alguma esperança de acabar com os dois.
Chato e repetitivo, permitam-me que relembre, pela enésima vez, a opinião certeira do grande VPV ácerca do bípede : Um homem fraco, influenciável , indeciso e superficial. “
Medina Carreira foi mais direco e incisivo quanto ao anfitrião da greta ( de calças arregaçadas na capa da “Times”…” O problema do Eng. Guterres é a falta de carácter”.
Percebe-se perfeitamente que esta alminha de lacaio fosse escolhida, e “a dedo”, para fazer de sec. geral da onu….
JSP
Em todos esses casos houve quem considerasse a limpeza étnica justificada, tal como agora.
No caso da Palestina é a primeira vez que o país que provoca o êxodo e perpetua a maior parte dos massacres é considerado um estado democrático. Estranha noção de democracia.
Mas como é que há limpeza étnica se eles são cada vez mais?
Há limpeza étnica de um território. O território é esvaziado para lá serem colocadas outras pessoas.
Se correrem consigo de sua casa não podem utilizar como justificação que a vida lhe corre bem porque tem mais descendentes do que tinha.
Isso vai acontecer-me em breve graças ao seu amigo António Costa não travar as rendas e não saber governar. Vou ser limpo etnicamente.
Há sempre solução para tudo. Consta que no bairro de Arroios, em Lisboa, há amplos apartamentos com espaço para vinte ou trinta pessoas em simultâneo. Tudo com o mesmo endereço na Segurança Social.
Caro Pedro,
este meu comentário não servirá para responder à pergunta colocada, mas tão só para colmatar uma omissão na lista que descreveu: a troca de populações, entre a Grécia e a Turquia, decorrentes do Tratado de Lausanne, de 1923 (1,6 milhões de gregos otomanos e 385 mil muçulmanos da Grécia, diz a Wikipédia).
Tem toda a razão, meu caro António.
Agradeço-lhe o contributo, inteiramente no espírito daquilo que escrevi.
“Após 1945, cerca de 8 milhões de alemães foram evacuados dos chamados “territórios de Leste”
O que é que os alemães estavam a fazer em “territórios de Leste” antes de 1945? Não faço ideia…
A fazer o mesmo que os russos fazem hoje na Ucrânia.
A fazer o mesmo que os russos fizeram então na Polónia e na Finlândia.
os judeus desde o holocausto e, já organizados no sionismo, interiorizaram-se com ‘nunca mais nos arrasam’, conseguindo o êxodo para a Palestina e com os ingleses à ajudar formar o estado de Israel. E nunca mais foram arrasados doa a quem doer.
Não haverá outro Holocausto. Por mais que os anti-semitas de todo o mundo ladrem e uivem o seu ódio primário e animalesco contra os judeus.
e porque é que houve o outro Holocausto?
Foi um azar. Ou o destino, sei lá.
A sorte dos palestinianos ficou traçada no inicio do Século XX, quando franceses e Ingleses puseram a pata no Médio Oriente. Combatendo o império otomano os ingleses decidiram sobre aquilo que não lhes pertencia. Declaração de Balfour de 2 de novembro de 1917.
A situação no terreno passou a ser gerida pelos británicos (mandato da liga de Nações de 1922) que foram controlando os palestinianos e permitindo a instalação dos judeus.
Culminou com a resolução 181 da ONU Em 1947. Resolução que contrariava até a carta das Nações Unidas que garantia ás populações o direito à auto determinação e não levava em conta que a Israel “tocava” mais área que aos palestinianos em relação à demografia existente.
O curioso é reparar que se os Turcos não tivessem sido corridos da região (pelos Ingleses com o auxilio dos árabes) hoje Israel não existiria! Aconteceria com os judeus o que aconteceu com os arménios. (Com os Turcos a garantir – no passa nadie)
Mas os palestinianos estão bem acompanhados.
– Pelos indios americanos que desapareceram do mapa.
– Pelos Saarauis que vão desaparecer.
– Pelos Arménios que desapareceram no inicio do século XX
– Pelos arménios de Nagorno-Karabakh
– Pelos curdos da Turquia ( os curdos maus)
– Pelos Curdos do Iraque e da Síria (os curdos bons)
– Pelos Tibetanos (que são uns terroristas levados da breca)
Milagrosamente safaram-se os Timorenses. ( Ainda hoje eu estou admirado!)
Outro azar dos palestinianos foi a NATO não ter bombardeado Telavive da mesma forma que bombardearam Belgrado! (Sorte dos Kosovares. Esses não eram terroristas!)
“…os mais de 200 reféns israelitas,” E desde 7 de Outubro – São uma tragédia, para os Israelitas e para todos nós!
E como é evidente não é tragédia, para nós, dois milhões de reféns palestinianos confinados na Faixa de Gaza desde sempre! – Nem para Israel nem para os palestinianos!
Os nazis do Hamas vão ser riscados do mapa. Como foram os outros, na Alemanha.
Costa quer Guterres presidente, está na hora de nova petição, tipo IUC
RCL
A solução para a Palestina seria Guterres tornar-se presidente de Gaza. Deixava a ONU entregue a Miss Universo (trans).
O mundo seria enfim um lugar feliz.
“esqueceram os mais de 200 reféns israelitas”
Os 200 reféns israelitas, feitos pelo Hamas em 7 de Outubro, são uma tragédia para nós e para Israel.
Já os dois milhões de palestinianos empilhados no gheto de Gaza e reféns desde há décadas, não são tragédia alguma nem para nós nem para Israel.
Para os palestinianos muito menos!
Você tem tendência para repetir-se.