António Sampaio da Nóvoa em entrevista ao Jornal de Negócios: António Costa perdeu oportunidade de ser o grande estadista do Portugal democrático.
E eu, seguindo essa lógica, perdi a oportunidade de ir para a cama com a Kate Beckinsale
Dâmaso Salcede,

No Portugal pós 25 de Abril não há estadistas. Há tão somente oportunistas.
Um estadistas defende e executa os seus ideais políticos convencendo eleitores. Um oportunista ganha, usa e abusa do poder político graças a um sistema eleitoral iníquo.
Mairoria absoluta!!! com 1/4 do eleitorado a favor e 1/4 expressamente contra!.
Então e os outros 2/4 não contam?
Não contam, porque nao votam.
É precisamente esse o erro dos políticos, é não contarem com a abstenção.
Esse eleitorado flutuante é decisivo em eleições de risco. Veja o que aconteceu nas últimas legislativas.
Precisamente, As abstenções devem ser lugares vazios no parlamento.
“No Portugal pós 25 de Abril não há estadistas”, calma ainda falta um ano para os cinquenta.
E vendo bem, desde 1147 até hoje passaram 866 anos e fazendo as contas teria de haver mais
estadistas até 1974.
O sistema eleitoral pode não ser o mais apropriado à evolução demográfica do país, mas não isente de responsabilidades um eleitorado de mansos costumes.
“…eleitorado dos mansos costumes” ?
Uhmm! realmente haver uma revolução sem tiros e mortos é uma mansa brincadeira, o que seria então de bravos costumes, era com fuzilamentos, tiros e mortes?
Então passaria a haver um eleitorado de bravos costumes?
A Sampaio da Nóvoa também só faltaram cerca de 1,35 milhões de votos para ser PR 🙂
Pedro Cunha.
Não votei em Marcelo em nenhuma das duas oportunidades que tive para tal. Se tivesse havido uma segunda volta entre ele e Sampaio da Nóvoa, não sei se mesmo assim o teria feito: teria sido escolher entre um artolas e um chico-esperto.
E foi á força de entortar pregos que arrombou o portão do pardieiro para se mostrar um calculista indecoroso em nome da própria sobrevivência politica, quando estava prestes a descer às catacumbas.
Degradante mesmo foi vê-lo ser rebocado à mão pela inutilidade contagiosa de Belém.
Vejo muitos que continuam a achar que Marcelo foi “inútil”. Eu, pelo contrário, penso que ele foi utilíssimo, o homem certo para o “trabalhinho” necessário: dar cobertura a algumas decisões, como a substituição de pessoas em lugares-chave. Marcelo, como Costa, é um elemento da casta que se manobra na Situação.
Precisamente.
Não consigo… articular… no mesmo pensamento… a Beckinsale… aquele ser diáfano… e a imagem funesta e gordurosa dos outros dois.
Não se revolte, V. Limitei-me a demonstrar a falsidade da conjectura de Sampaio recorrendo à minha técnica preferida – o reductio ad beckinsalum.
A Kate está solteira.
Força, mas olhe que é preciso engenho e arte e uma carteira bem recheada.
Aprimore-se no engenho e arte, que carteira recheada tem ela.
Aquilo foi quase juris…prudência. A abstenção contou “a favor”.
Promessas,Plebiscito.