DELITO há dez anos


Pedro Correia,

21523202_SMAuI.jpeg

 

Luís Menezes Leitão: «Hollande diz que a crise na Europa acabou. Só se for para ele…»

 

Teresa Ribeiro: «Pois, sou fã do Miguel. Quando me farto da fauna que nos envenena os dias acho refrescante refugiar-me na sua Arca de Darwin. É que lá encontro sempre boa “gente” e razões de sobra para me reconciliar com a vida. Por isso volto e volto. Já o trouxe aqui uma vez e esta não há-de ser a última.»

 

Tomás Vasques: «Fez questão de me enviar, há pouco mais de dois anos, o seu livro recém-publicado: Olhão fez-se a si próprio. O ano passado, eu e ele, fomos os oradores convidados pelo presidente da Câmara de Tavira na sessão comemorativa da implantação da República. Almoçámos juntos, falámos da situação política e recordámos – o que era inevitável – uma ou outra cena das nossas viagens inesquecíveis. Foi a última vez que estive com o António Rosa Mendes – um homem íntegro, desprendido, humilde. Um social-democrata vertical. Um humanista como poucos. Um Amigo. Até sempre, António Rosa Mendes.»

Um comentário em “DELITO há dez anos”

  1. Também eu me demorava na Arca.
    Constato hoje estar para venda, apregoando farramentas e nem sei que mais.
    Os ecosistemas estão à venda, as espécies tendendo para o menor denominador comum.
    Boa recordação.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *