
Ana Vidal: «É estranho como o amor e o ódio se equivalem. Ambos são poderosos filtros que definem as cores com que vemos o mundo. Ambos alimentam, ambos podem ser objectivos de vida ou puros instrumentos de sobrevivência. Igualmente demolidores, por ambos se mata, por ambos se morre. Nem sempre a opção é simples, nem sempre é possível. Se nunca odiei verdadeiramente ninguém, o mérito não é meu: sempre tive a sorte de poder escolher.»
