Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje é O Dia Internacional do Café com Leite

«Popularizado inicialmente em França, o café com leite tem várias variantes. Diferem apenas ligeiramente em termos de proporções e método de servir. 

Os franceses chamam café au lait à mistura de leite com café, por vezes confundido com o italiano caffè latte. A diferença é que este último é feito com café expresso, leite vaporizado e um pouco de espuma, e pode ser servido quente ou frio, enquanto o café au lait é feito com café fresco e leite fervido em vapor e deve ser servido quente. Geralmente é feito com porções iguais de café e leite, seja em que país for.»

Nunca fui grande amante de leite. Prefiro iogurtes e queijo. Com o café, a história é precisamente a oposta. Adoro café. Quente, forte, cremoso, aromático e sem açúcar. Ora se não estrago o meu café com açúcar, iria porventura estragá-lo misturando-lhe leite? Isso é que não. Abro excepção a um cappuccino bem feito, também sem açúcar ou a um bom Irish Coffee. Por cá, não nos podemos esquecer o famosíssimo galão, do não menos famoso miúdo, o garoto, e da redonda e simpática meia de leite, que são parte integrante do pequeno almoço nacional.  Se lhe pedirem um americano, diga que o Brad Pitt hoje está atrasado.

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Hoje é O Dia Internacional da Couve

«A couve é um ingrediente básico na culinária. Reforça a oferta de alimentos à mesa e pode ser preparada das mais diversas formas. Além de ser uma fonte de fibras e vitaminas, este vegetal proporciona uma boa relação custo-benefício.

Na Idade Média, tornou-se parte integrante da culinária europeia. Nos séculos XVII e XVIII, mantinha-se como alimento básico em muitos países. 

Hoje a produção mundial de couves aproxima-se de 69 milhões de toneladas, sendo a China responsável por 48% do total da produção. O seu valor nutricional torna-a parte essencial de todas as culinárias.»

A couve ou as couves são o melhor alimento que se pode juntar a um prato cozinhado, ou serem as próprias o prato principal. E olhem, a fotografia deixou-me a pensar que umas salsichas ( que até podem ser de aves, ou vegan,  já experimentei ) com couve lombarda, acompanhadas com arroz basmati calhavam mesmo bem para o almoço. É um prato fácil. O truque está apenas… na couve.

(Imagens Google)

24 comentários em “Hoje é dia de”

  1. sou mamífero militante. principalmente sobre a forma de queijos
    detesto a ‘água suja do capitalismo’ de diversas origens

    interesse da couve que consumo diariamente reside na celulose:
    fixa quimicamente o colesterol exógeno
    por não ser ruminante aumenta o conteúdo intestinal e evita degenerescência das células do cólon

  2. Uma ligeira provocação sem qualquer intuito crítico, até porque tenho aprendido com a sua rubrica. Podemos falar de salsicha vegan, ou mesmo de aves? Não nos arriscamos a que um dia já não percebamos nada, nem sequer a gastronomia? “Queres vir cá a casa comer um cozido? É só com tofu…” Um dia as gerações vindouras já não conhecerão a gastronomia, porque há pastel de nata com queijo da serra, bitoque de seitan (não sei se é possível) ou… Enfim, apego de velho do restelo a algumas coisas linguístico-gastronómicas.

    1. Não tenho dúvida alguma que a gastronomia vai navegando com a moda, e a moda agora é não comer carne JdB. Nem é tanto pelo preço, nem pelas emissões de metano dos estábulos de abate, é por ser moda mesmo. Entendo, mas também sou um tanto apegada à tradição.

  3. Bom dia Dulce, e permita-me a pergunta, se tiver resposta
    Como se consegue convencer os netos a comer couves e vegetais em gerais, quando não conseguimos convencer os filhos?
    Bom fim de semana.

    1. Quanto aos filhos, que comiam nos colégios e em casa acompanhava poucas vezes as refeições, vingava-me nas saladas e nas sopas, que eram pratos obrigatórios. Com os netos a idade é outra e não há tanta correria. Podemos planear folhadinhos de espinafres com Ricotta, pizza de brócolos ou cogumelos… mas o importante é pô-los com a mão na massa. Ver a mistura da farinha crescer e tornar-se massa de pão, depois bem enfarinhados a compor as pizzas e entusiasmados a vê-las cozer no forno. A parte melhor é comer. Comemos todos e é sempre muito bom.
      A minha neta disse -me um dia que não gostava de feijão. ” Quando é que comeste feijão? – Nunca , mas não gosto! ” Não é possível alguêm não gostar de algo que nunca provou, piquena, isso é batota.” No outro dia fizemos as duas hambúrgueres de feijão preto. Comeu tudo.

          1. bom Entrudo com muitos Bochaleiros diferentes dos do dia a dia e Brasileiras a rebolar as cadeiras

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