
Hoje é O Dia Internacional do Café com Leite
«Popularizado inicialmente em França, o café com leite tem várias variantes. Diferem apenas ligeiramente em termos de proporções e método de servir.
Os franceses chamam café au lait à mistura de leite com café, por vezes confundido com o italiano caffè latte. A diferença é que este último é feito com café expresso, leite vaporizado e um pouco de espuma, e pode ser servido quente ou frio, enquanto o café au lait é feito com café fresco e leite fervido em vapor e deve ser servido quente. Geralmente é feito com porções iguais de café e leite, seja em que país for.»
Nunca fui grande amante de leite. Prefiro iogurtes e queijo. Com o café, a história é precisamente a oposta. Adoro café. Quente, forte, cremoso, aromático e sem açúcar. Ora se não estrago o meu café com açúcar, iria porventura estragá-lo misturando-lhe leite? Isso é que não. Abro excepção a um cappuccino bem feito, também sem açúcar ou a um bom Irish Coffee. Por cá, não nos podemos esquecer o famosíssimo galão, do não menos famoso miúdo, o garoto, e da redonda e simpática meia de leite, que são parte integrante do pequeno almoço nacional. Se lhe pedirem um americano, diga que o Brad Pitt hoje está atrasado.

Hoje é O Dia Internacional da Couve
«A couve é um ingrediente básico na culinária. Reforça a oferta de alimentos à mesa e pode ser preparada das mais diversas formas. Além de ser uma fonte de fibras e vitaminas, este vegetal proporciona uma boa relação custo-benefício.
Na Idade Média, tornou-se parte integrante da culinária europeia. Nos séculos XVII e XVIII, mantinha-se como alimento básico em muitos países.
Hoje a produção mundial de couves aproxima-se de 69 milhões de toneladas, sendo a China responsável por 48% do total da produção. O seu valor nutricional torna-a parte essencial de todas as culinárias.»
A couve ou as couves são o melhor alimento que se pode juntar a um prato cozinhado, ou serem as próprias o prato principal. E olhem, a fotografia deixou-me a pensar que umas salsichas ( que até podem ser de aves, ou vegan, já experimentei ) com couve lombarda, acompanhadas com arroz basmati calhavam mesmo bem para o almoço. É um prato fácil. O truque está apenas… na couve.
(Imagens Google)

sou mamífero militante. principalmente sobre a forma de queijos
detesto a ‘água suja do capitalismo’ de diversas origens
interesse da couve que consumo diariamente reside na celulose:
fixa quimicamente o colesterol exógeno
por não ser ruminante aumenta o conteúdo intestinal e evita degenerescência das células do cólon
Todos nós , num qualquer ponto no tempo, já mamámos, entulho. Das couves só tenho boas coisas para dizer. Mas para ser franca, as de Bruxelas nunca me seduziram.
Eu também não gosto, para além de serem
muito indigestas.
E têm ponto de cozedura … muito trabalho para não terem um sabor por aí além…
Uma ligeira provocação sem qualquer intuito crítico, até porque tenho aprendido com a sua rubrica. Podemos falar de salsicha vegan, ou mesmo de aves? Não nos arriscamos a que um dia já não percebamos nada, nem sequer a gastronomia? “Queres vir cá a casa comer um cozido? É só com tofu…” Um dia as gerações vindouras já não conhecerão a gastronomia, porque há pastel de nata com queijo da serra, bitoque de seitan (não sei se é possível) ou… Enfim, apego de velho do restelo a algumas coisas linguístico-gastronómicas.
Não tenho dúvida alguma que a gastronomia vai navegando com a moda, e a moda agora é não comer carne JdB. Nem é tanto pelo preço, nem pelas emissões de metano dos estábulos de abate, é por ser moda mesmo. Entendo, mas também sou um tanto apegada à tradição.
as modas têm a vantagem da sua curta duração
O mal é que algumas regressam…
Bom dia Dulce, e permita-me a pergunta, se tiver resposta
Como se consegue convencer os netos a comer couves e vegetais em gerais, quando não conseguimos convencer os filhos?
Bom fim de semana.
Quanto aos filhos, que comiam nos colégios e em casa acompanhava poucas vezes as refeições, vingava-me nas saladas e nas sopas, que eram pratos obrigatórios. Com os netos a idade é outra e não há tanta correria. Podemos planear folhadinhos de espinafres com Ricotta, pizza de brócolos ou cogumelos… mas o importante é pô-los com a mão na massa. Ver a mistura da farinha crescer e tornar-se massa de pão, depois bem enfarinhados a compor as pizzas e entusiasmados a vê-las cozer no forno. A parte melhor é comer. Comemos todos e é sempre muito bom.
A minha neta disse -me um dia que não gostava de feijão. ” Quando é que comeste feijão? – Nunca , mas não gosto! ” Não é possível alguêm não gostar de algo que nunca provou, piquena, isso é batota.” No outro dia fizemos as duas hambúrgueres de feijão preto. Comeu tudo.
a factura começa a pagar-se depois dos 40
Eu trabalho há 46 anos… se começasse pagar facturas depois dos 40 ara a Matusalix cá do pedaço.
Pergunta o comensal atrasado ao ver a mesa vazia.
“O qu’ é qu’ houve?”
“Couve” responderam-lhe.
Ou finge couve, depende do assunto.
Eh, eh, eh, bom fim-de-semana, Dulce.
Igualmente, Pedro
Bom fds
Obrigada e igualmente para si, cara MDF.
bom Entrudo com muitos Bochaleiros diferentes dos do dia a dia e Brasileiras a rebolar as cadeiras
Pela minha parte garanto que não vou mascarada para o 21 de Fevereiro!