44 comentários em “Estátuas para derrubar (7)”

      1. Um dos avôs de Putin foi cozinheiro de Estaline durante anos. Proximidade que poderá ter sido importante na família e na escolha de Putin.
        Catarina Silva

        1. Podia ter deitado arsénico na comida em vez de sal.
          Mas quem esticava o pernil era algum provador.
          Estes tiranos paranóicos e homicidas nunca comem sem mandarem um “batedor” provar a comida, a ver se está bem temperada…

          1. Normalmente estes sujeitos julgam que os outros são iguais a eles e, devido à alarvidade de patifarias que cometeram, não conseguem mais deixar a paranoia de lado. Infelizmente não lhe deu para dar um tiro na sua própria cabeça. Muitos milhões de inocentes teriam agradecido tal suicídio.

          2. Foi preciso comer e beber à fartazana até rebentar. Enquanto milhões de russos passavam fome, o genocida soviético organizava lautos banquetes noite após noite. Todos bem regados.
            Curioso conceito de “comunismo”.

  1. Na rotunda do Marquês de Pombal, em Lisboa, também há a estátua de um ditador. E não é um discreto busto. No centro da Praça do Comércio, em Lisboa, há também um ditador, a cavalo.

      1. « O Manneken-pis é o mais antigo “residente” de Bruxelas e os habitantes são muito orgulhosos dele. A estátua de bronze original está no Musée de la Ville de Bruxelles e também pode ser visitada. Portanto, a estátua que você vai ver na esquina onde ela se encontra é uma cópia. Ela foi criada por Jerome Duquesnoy I em 1619 para substituir uma versão anterior de pedra. Assim sendo, Manneken-Pis sobreviveu a bombardeios (1695), uma revolução (1830), além de duas guerras mundiais, e ainda vários sequestros.

  2. Era o tsar de serviço quando houve aquela refrega no local. Ser um bandido bolchevista acaba por ser secundário.

    1. Quero é saber o que se passa com a cara da Madonna.

      Não percebo a inquietação. Ela teve sempre cara de cu, não é só de agora.

  3. Salazar, na página da wikipedia, é identificado como um ditador logo na primeira frase. Pinochet, também na primeira frase. Estaline só o é na terceira frase. De Fidel Castro, temos de chegar ao final da primeira secção para ler a palavra D pela primeira vez – e, mesmo então, só como uma qualificação dada pelos seus adversários. Parece que as pinças não são usadas só pelo nosso jornalismo.

      1. … Pol Pot era um ditador? O quê!? Não posso acreditar! E quem mais? Enver Hoxha!? Fooogo, já inventam tudo pá! Naa, parou, parou, parou Mao!? Mao, um ditador? Ahahahah, essa deve ser a piada do século, todos sabem que o Mao era um democrata ora essa, aliás ele foi quiçá o maior democrata do mundo, aliás do mundo não do Universo!
        Isso só podem ser mentiras dos capitalistas e imperialistas americanos e seus lacaios neo-liberais, esses fascistas malandros!

    1. Quanto a violentas ditaduras na Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Peru, Bolívia, Guatemala, República Dominicana e mais algumas apoiadas pelos EUA para equilibrar na guerra fria, deu o que se vê de miséria de favelas e até muros dentro das cidades que separam os ricos dos pobres. Por outro lado, até levamos com a habitual ‘até os antigos países de leste nos ultrapassaram’.

        1. Está a fazer confusão, não se trata de “para o mesmo lado” que nesse caso o mesmo acontece consigo, trata-se de ver as coisas como foram/são.
          Estive no Rio de Janeiro a ver o jogo Brasil-Portugal, Mini Copa 1972 e vi como era a miséria das favelas, e estive em Sófia com o SLB e não vi opulência , mas não vi a miséria de favelas e bairros de lata.

          1. Em Sófia cheguei de dia de avião, assim como em Londres, Berna, Roma, e vi o que havia pra ver, nada comparável com as favelas e barracas de habitação do Rio de Janeiro.
            Mas não se tratou de em 1971 ir ver como viviam os búlgaros, assim como em 1972 ver como viviam os cariocas.
            Assim como, quem chegava ao Aeroporto da Portela avistava o Bairro do Relógio e provavelmente comentava como viviam os lisboetas, mesmo que fosse ou não salazarista.
            Você faz-me lembrar Sá Carneiro quanto à esquerda/direita e dizia que A. Cunhal era do leste, neste caso o seu problema no pescoço é estar sempre virado para o lado que lhe encomendam.

          2. Conversa de chacha. Foi ao Rio ver… as favelas.
            E foi à Bulgária comunista, o mais miserável estado do bloco Leste, e não viu pobreza.
            É mesmo de quem tem pálas nos olhos.
            Faz lembrar aquela deputada comunista que há uns anos foi passar férias a Cuba e garantiu não ter visto lá sequer o menor vestígio de prostituição.

          3. Você quer conversa, e essa conversa já tem minhocas.
            Mas, se você for ao Rio de Janeiro passa por cima de milhares de barracas de habitação e for dar uma volta vê maltrapilhas a dormir nas ruas, isto em 1972 .
            Quando sobrevoei Sófia comunista não vi bairros de barracas e também não vi por onde passei para ir até ao estádio maltrapilhas a dormir nas ruas, isto em 1971.
            Essa de Cuba até pode ser verdade, as putas da sua rua não andam identificadas como os táxis. Mas os pedintes de Filadélfia (EUA) estão devidamente identificados a deambular pelas ruas.

          4. Este “sobrevoou” Sófia e não viu pobreza nem miséria.
            Deve ter sido aí, no céu da Bulgária, que se converteu à fé marxista-leninista.
            É como a outra: duvida que haja prostituição em Cuba, talvez por nunca a ter “sobrevoado”.
            Entre os pedintes de Filadélfia, talvez haja cubanos: mais de um milhão e meio fugiram de Cuba desde que lá se instalou o “paraíso” comunista, feroz ditadura de partido único, em 1959.
            Antes pedinte nos EUA do que escravo em Cuba.
            Não consta que haja fugas dos EUA para a ilha-prisão. O movimento é todo em sentido inverso.

    2. A propósito de ditadores e Wikipédia: eis a entrada, em versão portuguesa, do déspota norte-coreano.
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Kim_Jong-un

      No primeiro parágrafo, é denominado assim: político, Líder Supremo, líder, general de quatro estrelas, Jovem General, Respeitado General, líder.

      No segundo parágrafo: Grande Sucessor, Secretário-Geral do Partido dos Trabalhadores, Presidente da Comissão de Defesa Nacional, Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia, marechal, Comandante Supremo das Forças Armadas, marechal, “caro respeitado”.

      Extra-ordinário.

  4. Que grande chatice, e logo em Volgogrado.
    Tudo isto para comemorar a vitória dos russos contra os alemãs na II guerra mundial, é preciso descaramento.

  5. Pois foi o Pai dos Povos.
    Hoje o dilecto filho Putin também o é. Não sei o que pensarão o camarada eterno Presidente
    XiJhiPing e o Deus HongKingJong.

  6. Nada mais natural, querer devolver o seu a seu dono (embora curiosamente continue a haver artérias com o nome Stalinegrad, em Paris e Bruxelas, por exemplo). Só gostava de saber porque é que os alemães, à mínima coisa, são sempre acusados de ser “nazis” e os russos são sempre desculpados.

    1. Creio que porque perderam a guerra enquanto que, por outro lado, os Russos na então URSS acabaram do lado dos vencedores. Para além disso os nazis atacaram minorias religiosas e étnicas (os ditos alemães de raça pura estavam safos à priori), já o camarada Estaline era menos “fino” e levava “tudo a eito”, isto é, os nazis ficaram com o sempre péssimo rótulo de racistas e xenófobos algo de que os camaradas da URSS não podem ser acusados.
      Contudo, se formos honestos entre Estaline e Hitler, as 2 grandes figuras destes 2 regimes (vamos esquecer Lenine outro grande traste), que venha o diabo e escolha qual o maior patife. No fundo entre uma ditadura de fascistas e uma de comunistas que venha o diabo e escolha qual a pior. É a tal máxima de que os extremos de tão afastados que querem estar, acabam inevitavelmente por se tocar em vários pontos.

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