DELITO há dez anos


Pedro Correia,

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José António Abreu: «Por que motivo, em comparação com o que sucedeu nos Estados Unidos, tão poucos bancos encerraram na Europa desde o início da crise financeira? Devem os bancos europeus continuar a ser salvos com dinheiro dos contribuintes ou deve a solução encontrada para Chipre ser alargada a outros países? Este artigo, na edição online em inglês da Der Spiegel, ajuda a perceber que não há respostas fáceis.»

 

José Gomes André: «Estamos perante um discurso político, social e económico que combina as inanidades de livros como “O Segredo” (“tu podes ser quem quiseres”) com a profundidade da reflexão filosófica de um Zézé Camarinha. O pior de tudo isto? É que este discurso tem tanto de disparatado quanto de perigoso. Denunciá-lo já não é uma simples questão de bom-senso; é um dever de todos os homens civilizados.»

 

Eu: «Ouvido ontem, por feliz acaso, da boca de uma personagem feminina numa telenovela brasileira: “A mulher gosta de sapatear na cara das outras. Por isso tem que colocar uma roupa chamativa p’ra ela poder se sentir, se ver, pegando um gato e arrasando pr’às outras mulheres.”»

Um comentário em “DELITO há dez anos”

  1. É verdade, as mulheres vestem-se mais para impressionar as outras mulheres do que os homens.
    Mas também os homens, quando tentam impressionar com a sua sobranceria, o seu poder e a sua verve, fazem-no mais para os outros homens do que para as mulheres.
    A concorrência no seu melhor.

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