
Hoje é O Dia Mundial do Mágico
«A 31 de Janeiro assinala-se o Dia Mundial do Mágico, em homenagem a estes profissionais que encantam pessoas de todas as idades. Ao longo dos séculos, as técnicas de ilusionismo vêm sendo aperfeiçoadas um pouco por todo o mundo.
Essa data foi escolhida por mágicos espanhóis para homenagem São João Bosco em alusão ao dia da sua morte, 31 de Janeiro de 1888. João Melchior Bosco, nome de nascimento desse santo italiano, trabalhou como mágico durante a adolescência para ganhar algum dinheiro destinado a apoiar a família. A um tempo, exercia uma profissão e levava alegria a outros jovens. Viria a ser considerado, além de padroeiro dos mágicos, padroeiro dos jovens.»

Hoje é O Dia da Fita Adesiva
«Surgiu um problema quando os carros estavam a ser pintados em dois tons e as secções precisavam de ser coladas para esse efeito. Foi assim que o inventor norte-americano Richard Drew (1899-1980) criou a fita adesiva.
Há cem anos, Drew trabalhava numa empresa que fabricava lixas. Quando entregava amostras para oficinas mecânicas, observava o incómodo que os pintores de carros sentiam quando tinham de pintar carros bicolores. Naquela época, fitas adesivas cirúrgicas ou colas de biblioteca eram usadas para colar jornais a carros durante a pintura. No entanto, quando os jornais eram removidos, ficavam resíduos que rasgavam a tinta quando descascados. Isso inspirou Drew a criar uma solução eficiente e de longo prazo. Inventou assim a fita adesiva feita de papel crepe, cola de marceneiro e glicerina. Aderiu bem aos carros e saiu facilmente sem remover a tinta. Mais tarde, foi comercializado como Scotch Masking Tape.
A invenção da fita adesiva, que agora pode ser encontrada em quase todas as casas, resultou na inclusão de Drew, com todo o mérito, no Hall da Fama dos Grandes Inventores.»

mágico não será Luís de Matos, mas o nosso 1º, verdadeiro adesivo há muitos anos e muito péssimos
hoje já deve ter arranjado mais mais um 31.
o ministro da cultura, filho dum artista plástico (Net) tinha um avô materno com o mesmo nome que reclamou como Maçónica a revolução de 1891.
a revolução actual (palavreado sem consequências) chama-se inovação, assunto do meu conhecimento desde os anos 50 do séc. passado.
Innovación: aplicación exitosa de una idea.
Innovación abierta: innovación que se lleva a cabo en
colaboración con una organización externa.
Innovación incremental: mejora en un producto ya existente.
Innovación radical: innovación que produce cambios profundos en la forma de vida de muchos colaboradores.
Investigación: proceso por el cual se busca generar conocimiento que pueda aplicarse.
Modelo: ilustración tangible de la apariencia física de un producto en proceso de desarrollo.
Já tivemos um rolha, também podemos ter um fita-cola. Não há nada que funcione melhor com a magia do que a fita cola! O princípio fundamental da magia é a mão ser mais rápida do que o olho. Nós ainda estamos atentos ao embaralhar, e já a mão nos mostra cinco ases. O quinto é o às de saca. É para utilizar no en-saca, que é prática comum.
Mágicos de todos os dias temos de sobra, são como fitas adesivas das que nunca colam ou nunca saem.
Colam se lhes interessa que tudo se lhes cole às mãos. Assim podem sempre dizer que não faziam ideia , veio colado a um despacho, por exemplo, é aquela fita cola…
Mas quando se trata de colar os estilhaços do país que andam à deriva, a fita cola já não tem cola suficiente.
O Dia do Mágico, logo a seguir a uma entrevista(?) ao senhor Primeiro, só mesmo uma coincidência evada da breca.
O PM não é mágico, ou bruxos, ou vidente… de quando em vez puxa umas cartas da manga, mas que tem dois dedos de testa sabe que vai ter de pagar o baralho.
Não sei se o António era fã do Astérix. Se leu as aventuras, seguramente lembrar-se-á do Adivinho… pois.
Astérix tem que fazer parte de qualquer biblioteca de gente de bem.

Apesar de ter o corpo de (quase) Obélix, o meu “alter ego” é o Detritus, mas sem pensar em qualquer cargo político
O semeador de discórdia profissional por meio de guerra psicológica! Era mais uma eminência parda do que um figurão governativo. Mas era uma peste de um enviado especial… não sei porquê veio-me à ideia o SN24.
A magia com cartas de jogar é a mais comum e sem truques preparados, bastam as cartas.
Provavelmente começou por ser feito por jogadores batoteiros.
Na célebre “vermelhinha” das feiras há um truque especial para chamariz aos lorpas. O bando da “vermelhinha”, cinco/seis elementos, actua sem dar a ideia de se conhecerem. Numa mesa improvisada começa a jogada com três cartas: duas pretas e uma vermelha. O crupiê de serviço mostra as três cartas, mistura e espalhas na mesa viradas ao contrário.
Quem quiser jogar, aposta um certo valor para adivinhar a vermelha. Os do bando vão jogando perdendo/ganhando para chamar estranhos, e quando chega um desconhecido leva com um do bando ‘a mim é que ele não me engana já lhe conheço o truque, só tenho 15$, ele só joga a 20$’, e consegue um empréstimo de 5$ do desconhecido. Joga e ganha 20$, agora vá o senhor tentar, sempre na carta do meio, disse o bando. E lá foi o lorpa jogar, ganhando por duas vezes 20$. Bem, como estou a perder agora só jogo a 50$ disse o crupiê e o lorpa aceitou. E perdeu por mais três vezes até ‘vai mais uma por 100$ pode ter sorte’.
Dizem alguns conhecedores, quando o crupiê começa a perder com um estranho mais esperto, acaba o jogo, os do bando arranjam uma confusão e o crupiê foge.
Parece- me um trompe l’oeil com muita lábia.
Com fita adesiva, ou fita cola, é possível reparar qualquer peça ou equipamento. Esta regra tem como salvaguarda a certeza de que quando ainda não se conseguiu ser bem sucedido na reparação, é porque ainda não se usou a quantidade certa de fita cola. Nunca falha.