Seria mal utilizada a expressão de chefe!!! O professor Charrua parece que o tratou como merece e foi punido pala profesora Margarida da DREN. Como diz a Lili, o José de Sousa deve dizer aos portugueses como deseja ser tratado.
A frase é quase um plágio e, se puxarem bem pela memória, descobrem logo onde Sócrates se inspirou.
Lembram-se do início da segunda série do Duarte e Companhia? Pois é, foi nessa altura que o Lúcifer proibiu os seus capangas de o tratarem por “chefe”. “A partir de agora, passam a chamar-me de Padrinho e a beijar-me a mão”, dizia então o mafioso wannabe (ou melhor, dizia o Guilherme Filipe).
lol, Agora tem de nos dizer como é que o tratam.
Seria mal utilizada a expressão de chefe!!!
O professor Charrua parece que o tratou como merece e foi punido pala profesora Margarida da DREN.
Como diz a Lili, o José de Sousa deve dizer aos portugueses como deseja ser tratado.
Abraço
João (http://domirante.blogspot.com/)
Este indivíduo anda a gozar com a cara dos portugueses há muito. Rua!
Também acho que não.
– Ó chefe, uma moedinha.
Nã-nã… Não estou a ver.
Então tratam-no porquê? Senhor Secretário Geral, Ó maior, querido líder, boss, Duce…?
Tratam-no por quê.
Eu acho que isso foi um eufemismo para dizer “A mim ninguém trata da saúde”.
Realmente, eu femismo. Tu femismas?
Eu, feminismo. Mas sem histerismo.
Talqualmente. Fiminismos sem fúria…
:))))
Eufurias… euforias…
OK, Chefe !
Como bem referiste, acho que esta série tem pernas para andar, Pedro…!
Com colaborações de todos, José.
A frase é quase um plágio e, se puxarem bem pela memória, descobrem logo onde Sócrates se inspirou.
Lembram-se do início da segunda série do Duarte e Companhia? Pois é, foi nessa altura que o Lúcifer proibiu os seus capangas de o tratarem por “chefe”. “A partir de agora, passam a chamar-me de Padrinho e a beijar-me a mão”, dizia então o mafioso wannabe (ou melhor, dizia o Guilherme Filipe).
Sua “écelência”, “sinhor inginheiro”, “vocemicê”, “tu aí ò pá”?
Pois, chefe é muito tu-cá, tu-lá.
Ele é mais “Fürer”
como diria o Herman.
Aqui há uns anos passava uma série na TV cujo título em português era: Chefe, mas pouco. Do you remember?
No caso vertente, como se diz em linguagem de ofício, parece-me o contrário. Chefe, mas muito.
Esta só me faz lembrar a do famoso lapso do cowboy no assalto à diligência:
– “Cale-se que você não é o chefe…”