
A 6 de Novembro assinala-se O Dia Internacional para a Prevenção da Exploração do Ambiente em Tempos de Guerra e de Conflito Armado
«Tendo em conta a necessidade de salvaguardar a Natureza como bem comum, o objectivo deste dia é alertar para os danos que o ambiente sofre em contextos de guerra, traduzindo-se na poluição da água, em florestas dizimadas, solos devastados ou animais mortos para fins militares.
Por outro lado, procura-se destacar a importância da adopção de medidas de protecção ambiental como peça essencial para as estratégias de prevenção de conflito e manutenção de paz. Este dia foi instituído pela ONU em 2001.»
Esta situação dá muito que pensar. A hecatombe assassina levada a cabo por um doido com poder para decidir da vida e da morte, mata diária e indiscriminadamente pessoas e animais, e destrói a flora dos lugares, com armas que deixam toda a espécie de resíduos nocivos, que juntamente com as decomposições de cadáveres e plantas, se infiltram nos solos, podendo causar toda a espécie de problemas graves de saúde pública, principalmente se atingem lençóis de água potável.

Hoje celebra-se O Dia do Saxofonista
«O Dia do Saxofone, também conhecido como Dia do Saxofonista, é celebrado todos os anos nesta data. Motivo: foi neste dia que nasceu o seu inventor, o belga Adolphe Sax (1814-1894), cujo nome real era Antoine Joseph Sax. Este inventor de instrumentos em Paris teve a ideia de criar o saxofone em 1840 a partir da adaptação de uma boquilha semelhante à do clarinete num oficleide.
O saxofone, sua invenção mais célebre, foi patenteada seis anos após a sua criação. Os saxofones são instrumentos essenciais na música jazz, sinfónica e de marcha. Há quatro tipos de saxofone: sax alto, sax barítono, sax soprano e sax tenor.»
Não tenho grande conhecimento de música de saxofone. E muito do que aprendi “de ouvido” foi em duas semanas numa vivenda em Solingen, propriedade da França Engehardt, de quem a minha prima Line era au pair. Ocupámos as premissas quando da “Grande Viagem” de que já aqui falei, numa altura em que a simpática senhora tinha ido dar uma volta ao mundo de barco. Frau Engelhardt adorava jazz. O Satchmo era um cão nada poliglota mas simpático e brincalhão que se sentava connosco à ouvir o Charlie Parker e o John Coltrane, mais uns quantos, não tão famosos, cujos nomes não retive. Ao fim de algum tempo, já conseguia perceber quem era quem, pela sua forma de tocar a mesma música. Foi uma excelente alternativa ao “So Blau, der Himmel ist Blau” da música dos passeios pelo Reno.
(Imagens Google)

só existe o que a kumuni-cação xuxial divulga para uso dos candidatos à escravatura ‘desinformativa’
devido ao PODER CASTRADOR vegeta-se em nova prisão.
os poderosos tem direito a todos os elogios, incluindo o fúnebre
nos tempos que correm chamam-lhe sexo-fone
gostava de ouvir ‘Sidnêi Bêchê’ e Louis Harmstrong
Sempre na luta contra a repressão, seja ela qual for, este entulho. Bom Domingo.
Die Welt ist so schön und der Himmel so blau,
Und die Lüfte die wehen so lind und so lau,
Und die Blumen winken auf blühender Au’,
Und funkeln und glitzern im Morgenthau,
Und die Menschen jubeln, wohin ich schau’, –
Und doch möcht’ ich im Grabe liegen,
Und mich an ein todtes Liebchen schmiegen.
Coisa mais tétrica para um dia tão bonito.
Quem destruiu o ambiente com um conflito armado foi aquele que, depois de derramar esperma num vestido azul, deitou bombas sobre fábricas de produtos químicos na margem do Danúbio, na Sérvia.
Curiosamente não houve estudos a desmascarar desastres ambientais, como agora se verifica. E não se pode esquecer do charuto, que foi o que mais “ambiente” criou.