
«Uma pessoa só devia morrer quando está só. Ou quando odeia, mas não quando ama.»
Erich Maria Remarque, Três Camaradas (1937), p. 366
Ed. Publicações Europa-América, 1977. Tradução de Maria Helena Costa Neves. Colecção Século XX, n.º 145

«Uma pessoa só devia morrer quando está só. Ou quando odeia, mas não quando ama.»
Erich Maria Remarque, Três Camaradas (1937), p. 366
Ed. Publicações Europa-América, 1977. Tradução de Maria Helena Costa Neves. Colecção Século XX, n.º 145
Costumo dizer que devíamos morrer quando estamos aborrecidos, chateados com a vida, sempre íamos de melhor vontade.