
Ana Vidal: «É impressão minha ou o ministro com pasta Aguiar Branco desautorizou completamente o ministro sem pasta António Borges?»
João Campos: «Hoje, a Humanidade perdeu um dos seus heróis.»
José António Abreu: «Não sendo contra o princípio da concessão do serviço público, tenho uma dúvida: extinta a RTP 2 (que custa 40 milhões por ano mas, apesar de inúmeras falhas, ainda se percebe ter uma programação alternativa), o que constituiu afinal o serviço público de televisão? Por outras palavras: os portugueses vão entregar os 150 milhões de euros da taxa do audiovisual à Ongoing (perdão: ao consórcio vencedor) para garantir exactamente o quê?»
Laura Ramos: «A Bélgica poderá vir a considerar o piropo como uma contra-ordenação, punível com coima. (E eu que pensava que os célebres assobios já só aconteciam em aldeias e vilas…) Ora, esta coisa jurídíca das normas de mera ordenação social é necessária, sim senhor. E eu detesto a má criação e a ordinarice. Eduquemo-nos, pois, se o não fizemos a tempo. Mas… que um belo piropo de um desconhecido faz bem ao espírito, ai isso faz!»
