
Hoje é O Dia Mundial do Mosquito
“Esta data recorda a descoberta de Sir Ronald Ross (1857-1932), em 1897, na Índia, da transmissão de malária ao homem pelos mosquitos fêmea. Desde 1930 que a London School of Hygiene & Tropical Medicine celebra este dia com exposições e outros eventos de divulgação. O objectivo principal do Dia Mundial do Mosquito é divulgar as causas da malária e esclarecer as pessoas sobre a prevenção, sobretudo nos países mais afectados por esta doença.
O mosquito continua a matar dois milhões de pessoas por ano no mundo. Podendo assim considerar-se um dos animais mais perigosos do planeta. Além da malária, também transmite a febre amarela, a filaríase e o dengue, entre outras doenças.
Dicas fundamentais para prevenir ataques de mosquitos, que são mais frequentes no Verão:
- Fechar portas e janelas logo ao anoitecer;
- Se for necessário manter portas e janelas abertas devido ao calor, é indispensável proteger esses espaços com redes mosquiteiras;
- Na cozinha, manter frutas e outros alimentos cobertos;
- Certificar-se de que não há locais em casa onde a água se acumule – vasos e garrafas sem tampa, por exemplo.”
Serei uma vítima ou uma pessoa doce? A resposta a essa questão depende dos pontos de vista do agressor e do agredido. Para a mosquitagem devo ser um manjar dos deuses. Numa festa com 100 pessoas, muito provavelmente após um menu degustação, sou sempre eu a escolhida como prato principal. Parece que é coisa de família. O meu irmão veio de Cuba com cerca de 200 picadas nos braços e nas pernas após um jantar na praia. Eram bastantes os participantes, mas apenas ele foi jantado com requinte.
Não posso deixar de referir esses seres de culto nas nossas vidas, aos quais vulgo chamamos melga. Quem nunca experimentou uma noite de concerto de trompete? Não tenho ideia de animal mais irritante e enervante, que nos compele para a auto-agressão. Não existe repelente que nos salvaguarde de tal praga. Detesto insectos à minha volta, mas intrinsecamente, mais do que baratas ou moscas, odeio melgas.
Mas isso sou eu, que conheço muitas melgas.

A 20 de Agosto assinala-se O Dia Internacional do Animal Abandonado
“Esta data, assinalada desde 1992 no terceiro sábado de Agosto, visa promover adopção de animais abandonados e sensibilizar as pessoas para não abandonarem os animais.
Todos os dias são abandonados animais à sua sorte nas ruas, nas estradas ou no campo, ficando dependentes da bondade de estranhos ou de instituições de abrigo para sobreviverem. Em Portugal, são abandonados cerca de 10 mil animais por ano. Existirão hoje mais de meio milhão de animais sem dono no país.
Neste dia centenas de animais abandonados são transportados, por canis e associações, para locais públicos com o objectivo de lhes proporcionarem novos donos que queiram dar-lhes acolhimento em suas casas.”
Abandonar um animal é um acto perverso. Com tantos canis e gatis a quem pedir ajuda, a falta de vergonha ou a impunidade de gente imbecil continua a não ter limites.
Há muitos anos tivemos uma cadelinha, a Delilah, uma rafeira arraçada em pequinois, que pariu duas vezes, ambas planeadas. Da segunda vez teve três canitos. Uma minha colega de escola que vivia com a irmã, o cunhado e o sobrinho no prédio em frente ao nosso tinha pedido para ficar com uma das crias. Assim foi. Era um encanto ver a ternura do animal e a alegria com que as crianças brincavam com ele. Cerca de dois anos depois, deixámos de ver o cãozinho. Perguntei à minha colega se tinha acontecido alguma coisa e ela respondeu, chorosa e a medo, que o cunhado o tinha levado quando foram à terra e o teria largado pelo caminho. Fiquei para morrer. Contei à minha mãe, que impotente para reverter a situação, mas revoltada, não se conteve em dizer umas verdades ao intragável familiar da minha colega. Não era boa pessoa. Contínuo numa escola de rapazes, era autoritário e mau. Não acabou bem. Por vezes penso que a providência tarda, mas não falha.
(Imagens Google)

É uma vergonha nacional a forma como alguns ou algumas filhos/as da p*ta tratam os animais em Portugal. Quem abandona ou inflige maus tratos a um cão, gato ou a qualquer outro animal doméstico e até selvagem que for não passa de uma merda da pior espécie. E é muito triste de até há muito pouco tempo os animais serem vistos como uma coisa, O que diz bem sobre a dita humanidade de quem rege as leis e de um povo que esteve tantos anos sem se indignar com tamanha insensibilidade.
É muito difícil entender a insensibilidade.
Boa tarde
Também é dia de S. Bernardo, padroeiro da terra onde vivo
Pedro Cunha
Como na minha agenda não constava fui averiguar e tem toda a razão, Pedro. Dia de S. Bernardo, padroeiro do concelho de Alcobaça e do Município do Sátão.