Para arrumar ideias


Pedro Correia,

É legítimo ajudar um país que está a ser agredido a defender-se.

É imoral ajudar um país que está a agredir outro a atacá-lo e violentá-lo ainda mais.

76 comentários em “Para arrumar ideias”

    1. Esse embuste esquerdista de que as coisas são comparáveis… Não são. Os árabes não têm a ver com o nosso mundo.

      Mete isto nessa cachola comuna, pá.

    2. o Saddam era um agressor. Bush filho queria salvar os iraquianos e democratizá-los. não se esqueça que nesta conversa o bem e o mal estão definidos a priori.

      “agressor” e “agredido” são categorias mutáveis e moldáveis à conveniência de quem se sente no lugar certo da história. ao contrário de “imoral”, por exemplo, que assume, nesta conversa toda e para estas pessoas, carácter absoluto.

      em resumo: um parecido comigo (neste caso nem é assim tão parecido, mas tem vontade de o ser e isso chega…) está a ser agredido por um diferente de mim. Pôr em causa esta ideia é justificar a agressão e o agressor. ou seja: “se não estás comigo, estás contra mim.”

      só não percebo por que raio o ocidente/NATO/UE não declaram de uma vez guerra à Rússia. facilmente venceriam, têm mais armas, mais poder económico, mais vontade, estão do lado certo da história, etc. e tal. a sério que não percebo.

      1. Conversa da treta.
        Estes putinescos andam cada vez mais ridiculos na defesa do indefensável.
        Quase todos de focinho bem escondido. Para um dia não serem apontados como aquilo que são: colaboracionistas do criminoso de guerra.

  1. “Arrumar as ideias”? “Defensores/defendidos”? Não nos façam rir.
    Não têm coragem suficiente para isso.
    E os portugueses-russos? E os russos-portugueses?
    A – Para conseguirmos “arrumar as ideias”, nem sequer há coragem de publicar aqui a realidade da “pureza” da nossa actual composição do ADN português, que resultou do maior estudo científico realizado até ao momento em populações da península ibérica (2019) pelas mais prestigiadas universidades.
    B – Nessa memória bioquímica do nosso passado, camada a camada, estão lá, sem interferências partidárias ou ideológicas, «o que fomos» e «o que somos».
    C – Só a partir dessa realidade é que teríamos credibilidade e honestidade suficientes para discutir e debater as tais «pureza/impureza» (a “nossa” e a dos “outros”). E, portanto, serem capazes de “arrumar as ideias”.
    PURO e IMPURO…
    1 – Os “Portugueses” são quanto de “Russos”, e vice-versa?
    2 – Que “purezas” e “impurezas” temos mutuamente uns dos outros?
    3 – Olhemos com objectividade a composição do ADN dos actuais habitantes autóctones da Península Ibérica.
    4 – “Objetividade” aqui, no sentido que lhe dou, é a que resulta do maior estudo feito sobre a genética dos habitantes da Península Ibérica, publicado na prestigiada revista “Science” (abril 2019). Refiro-me ao estudo liderado pela “Harvard Medical School” (EUA) e pelo “Instituto de Biologia Evolutiva de Barcelona”, no qual colaboraram 110 investigadores, incluindo portugueses/as das Universidades do Minho, Coimbra e Lisboa.
    5 – Vejamos o resultado:
    5.1 – Primeira evidência: — Os grupos de caçadores-recolectores que viviam na Península Ibérica no Mesolítico (+/- 8.000 anos a.C., logo, há 10.220 anos), tinham uma composição genética muito diferente dos que viveram há +/- 5.500 a.C. (logo, há 7.900 anos).
    5.2 – A actual composição genética dos “portugueses” e “espanhóis” deriva desse segundo período. Quando houve uma radical mudança, derivada da maioria das mulheres ibéricas ter preferido procriar com as populações masculinas vindas das estepes russas (na altura nem eram Rússia nem Ucrânia).
    5.3 – A análise da composição do ADN da maioria dos actuais habitantes ibéricos autóctones mostra que 50% do seu ADN é composto por essa proveniência dos povos que habitavam nessa época o território das actuais estepes russas/ucranianas. E, apesar de uma longa relação com as populações de África, o ADN africano apenas está representado no ADN ibérico em cerca de 5% (e desses 5%, 95% é de populações do Norte de África).
    5.4 – A investigação também permitiu concluir que em 2.500 a.C. (logo, há 4.700 anos) não havia ancestrais recentes de fora da Península, e que 500 anos depois os ancestrais por via paterna continuaram a vir da Europa central e de leste.
    5.5 – A razão para este facto deriva de, na última idade do gelo, que terminou há cerca de 12.000 anos, a Península Ibérica ter permanecido relativamente quente, mantendo plantas e animais, funcionando como refúgio e recebendo migrantes do resto da Europa.
    6 – Assim sendo, talvez agora o “puro” e o “impuro” possam ser separados de alguns preconceitos políticos e ideológicos, sobretudo, dos que o facciosismo e os actuais interesses geo-económicos perpetram.

    1. O ditador russo prepara-se para condenar à fome a curto prazo pelo menos 50 milhões de pessoas no norte de África e no Médio Oriente evitando o escoamento de bens essenciais por via marítima para essas regiões do globo, incluindo países que dependem a 100% dos cereais e do óleo alimentar ucraniano..

      1. Os que são responsáveis pelas sanções (os zelenskys&azov&EUA/Nato/UE) são os responsáveis por esses que passam fome. Levantem as sanções, e deixem os barcos russos chegarem aos portos (marítimos e aéreos), que a questão é de imediato resolvida.

        1. O responsável pela fome que vai grassar no Magrebe, no Médio Oriente e no Corno de África é Putin.
          O agressor da Ucrânia. Contumaz executante de crimes de guerra.
          Não apenas crimes bélicos: condenar populações à fome, e fazendo-o de forma consciente e deliberada, é crime também.
          E dos mais bárbaros.
          E dos mais indesculpáveis.

      2. Então, só o negócio das armas e do pitrol é que dá jeito?
        ‘Bora ao esforço da UE/USA/NATO para combater a falta de cereais, ou não estava previsto?
        Com certeza que UE/USA/NATO há muito que estavam a ver passar o negócio do petróleo/gaz dos capitalistas russos e ainda não tinham a forna de dar a volta à situação. Teve de ser a Ucrânia a sacrificar-se, “pôr-se a jeito, de mini saia”, para o assunto virar de paradigma.
        E cá temos o mercado a funcionar, e adeus à energia barata.

    2. Isso até pode ser verdade: todos sabemos que as populações celtas e visigóticas que se instalaram no ocidente peninsular vieram de leste, e que o complexo “latino” e “sarraceno” foi inventado pelo esquerdismo cultural que convém às relações políticas dos africanistas retornados — mas isso não me torna defensor de um tirano assassino.

        1. Oito anos de violação sistemática dos direitos humanos e da soberania territorial ucraniana na Crimeia e no Donbass.
          Pelos esbirros neonazis ao serviço de Moscovo, como o sinistro Grupo Wagner, que idolatra Adolf Hitler.

        2. E os 8 anos a ver matarem e torturarem russos pelo «regime zelensky&azov» com a ajuda dos EUA/Nato?

          Como sabemos, nada disso não é verdade. Aliás, a repetição doentia dessa lenga-lenga mostra precisamente que nem tu acreditas nisso.

          1. 1 – Podíamos continuar por mais de 100 documentos, documentários e relatórios independentes como estes:
            1.1 – “Unlawful detentions and torture committed by Ukrainian side in the armed conflict in Eastern Ukraine” (PDF). United States Agency for International Development.
            1.2 – “Report on the human rights situation in Ukraine 16 November 2015 to 15 February 2016” (PDF). Office of the United Nations High Commissioner for Human Rights. Fevereiro de 2016.
            1.3 – “You Don’t Exist”, Arbitrary Detentions, Enforced Disappearances, and Torture in Eastern Ukraine”, 2016 Human Rights Watch, ISBN: 978-1-6231-33863.
            1.4 – “Azov Battalion, Center for International Security and Cooperation (CISAC)”, Universidade Stanford.
            1.5 – “Out of Control: Ukraine’s Rogue Militias”, Série “Decade of Hate”, 25 de maio de 2018, VICE International.
            1.6 – “Women and the Azov battalion in Kyiv, Ukraine”, DW Documentary, 10 de março de 2017, (em inglês): “O batalhão Azov é de extrema-direita e usa abertamente símbolos fascistas. O grupo está a recrutar cada vez mais jovens — muitos deles são mulheres. A preocupação com a democracia na Ucrânia está a crescer”.
            1.7 – “Inside A White Supremacist Militia in Ukraine”, Revista TIME, (em inglês): “O correspondente da TIME, Simon Shuster, viajou para a Ucrânia no verão de 2019 para investigar milícias supremacistas brancas que estão a recrutar pessoas para se juntarem à sua luta”.
            1.8 – “Ukraine’s far-right children’s camp: ‘I want to bring up a warrior’”, 5 de setembro de 2017, The Guardian (em inglês): “Na Ucrânia, a milícia de extrema-direita Azov organiza um acampamento de verão para crianças. O Guardian visitou o acampamento e acompanhou Anton, de 16 anos, através de suas experiências. A Azov é realmente uma organização moderna da Juventude Hitlerista, e está tentando preparar os jovens ucranianos para o futuro”.
            Etc…

          2. Esses “jornalismos” não vou ver — já sabemos como funcionam. Quanto aos 2 pdfs de 2016 no início… uma pesquisa remete para sites sem credibilidade nenhuma (incluíndo o da AI que como todos sabemos é uma organização fachada do Partido Comunista), portanto também não vou ver.

            Isto é simples: informação desenhada para o que queremos dizer, encontramos sempre, pouco importa. As palavras, os textinhos, as mentiras não interessam para nada. O que importa é que há um invasor e um invadido. Há um país que premeditou um ataque há muitos anos e que cultivou sempre uma estratégia de deixar bolsas de falantes de russo (que nunca são mais de 10% das populações originais, e “falantes” não são nativos da Rússia) em lugares onde mais tarde possa fazer “operações especiais” para os ir “salvar”. E todos sabemos que ninguém ali quer ser salvo e viver na esfera russa. Nem os que falam russo.

          3. Esse “invasor” chama-se «EUA/Nato».
            E a pureza ucraniana do «regime zelensky&azov» é a pureza dos «ucranianos prussianos e teutónicos» contra os «ucranianos eslavos», cujas guerras duram desde o séc.XIII.

          4. Vitimização bafienta — tentar colar a coisa ao nazismo, já chateia. E não cola. O nazismo alemão sabemos bem o que foi e já não existe. Mas o fascismo russo estamos agora a ver o que é.

            Além disso, não há ucranianos “prussianos e teutónicos”.

          5. Não há? Ora essa!
            Então os cavaleiros teutónicos da “Ordem da Espada” não exerciam a sua actividade militar na guerra contra os povos eslavos, e perpetravam a colonização germânica do Leste? E em 1230 não conquistaram a Prússia? E, em 1242, o chefe russo Alexandre Nevsky não os derrotou no lago gelado de Peipus?

  2. É imoral ajudar um país que está a agredir outro a atacá-lo e violentá-lo ainda mais.

    Era bom que se tivesse lembrado disso quando Portugal ajudou os EUA a atacar o Iraque e a violentar o Afeganistão.

    1. Há oito anos que a Rússia ocupa ilegalmente território ucraniano. Os colaboracionistas de Putin, como você, falam de outras guerras e de outros países, noutra épocas, para que ninguém fale das vítimas concretas do Kremlin hoje, agora, neste momento.
      O vosso esforço é inútil.

      1. Há vinte e três anos que os EUA e outros países (com o apoio de Portugal) ocupam ilegalmente território sérvio.

        1. Israel, Estado criado com a chancela da ONU, foi agredido no primeiro dia de independência. Se quer contar a história toda, terá de começar por isto. Houve vários mini-Putins a declarar guerra ao Estado judaico desde as primeiras horas.
          A menos que você, além de colaboracionista do Kremlin, seja também anti-semita.

        2. Conversa dos comunas. Israel era um deserto até os judeus voltarem para a sua terra original, usurpada há 2000 mil anos. Ainda têm um crédito de 1945 anos até ficarem quites com… ninguém, porque o que lá estava era o deserto. Os árabes só se importaram com aquele território quando perceberam que era cultivável (com processos de dessalinização), mas nunca o souberam fazer eles próprios.

          Jerusalém foi sempre ocidental e as cidades do Norte onde hoje se situa o Líbano tinham sido território dos cruzados. A própria Jordânia é um país ocidentalizado.

          A questão com os árabes em Jerusalém é a seguinte… todos sabemos que a mesquita é muito posterior à origem da cidade e que com os muçulmanos onde há uma mesquita passa a ser terra do islão para sempre, mas não aceitam que outras religiões façam o mesmo. Antes do Islão existir, já existia Israel. Esta é a única verdade. Mas deixaram fazer ali uma mesquita, passou a ser tudo do Islão. O Martim Moniz agora também é do Islão. Certo?

          1. «Em 29 de Novembro de 1947, por 33 votos a favor, 10 contra e 13 abstenções, a ONU divide a Palestina do mandato britânico em dois Estados: um judaico e um árabe. A Resolução 181 previa uma união económica e colocava Jerusalém sob estatuto internacional. Os dois Estados seriam territórios descontínuos ligados por corredores estreitos. Ao Estado judaico foi atribuída uma larga faixa costeira ao longo do Mediterrâneo, a Galileia oriental, e praticamente todo o deserto do Neguev, com uma saída para o mar Vermelho. Ao Estado árabe foi oferecida a Galileia ocidental, com acesso ao Mediterrâneo, a partir de Acre, a Cisjordânia (excepto Jerusalém) e a Faixa de Gaza. Jaffa, cidade portuária de maioria árabe, permaneceria um enclave árabe. Os sionistas apoiaram este projecto de divisão que garantia soberania e imigração sem entraves. Os árabes rejeitaram-no unanimemente e pegaram logo em armas. O plano jamais chegou a ser aplicado.»
            https://www.publico.pt/2018/05/13/infografia/criacao-do-estado-de-israel-261

            Os anti-semitas ficaram avisados em 14 de Maio 1948, quando Israel recuperou o seu território histórico, património afectivo milenar: jamais haverá outro holocausto.
            Um já foi de mais.

        1. A Turquia ocupa ilegalmente o terço norte da ilha de Chipre – república soberana, como tal reconhecida pela ONU.
          Inventou lá uma ficção jurídica, chamando “República Turca de Chipre do Norte” a esse seu protectorado neocolonial que apenas Ancara reconhecer como país “soberano”.
          Putin fez o mesmo na Abecásia, na Ossétia do Sul, na Transnístria, em Lugansk e Donetsk.

          1. Exatamente. Há montes de países assim, que são reconhecidos por um ou dois outros países e por mais ninguém.

            O que interessa é a realidade. Há conquistas de territórios, que se consolidam com o tempo. Israel conquistou a Cisjordânia. Os EUA conquistaram o Kosovo. A Turquia conquistou uma parte de Chipre. A Rússia conquistou partes da Geórgia e da Ucrânia. Dom Afonso Henriques conquistou a independência do seu condado. Estas conquistas consolidam-se com o tempo e, finalmente, a bem ou a mal, convém sermos realistas e aceitá-las como factos. O papa demorou 50 anos a aceitar as conquistas de Dom Afonso Henriques mas, finalmente, fê-lo. Da mesma forma, convirá o Pedro aceitar, um dia, as conquistas da Rússia. E convirá a Ucrânia também o fazer.

          2. Era o que faltava, compensar o agressor proporcionando-lhe conquistas territoriais – que não são apenas terreno: são gente com raízes e memórias e espaço afectivo e bens inestimáveis de toda a ordem.
            Seria o maior incentivo a que todos os agressores futuros atacassem vizinhos menos poderosos daqui para a frente. Um regresso à barbárie.

            Putin e o seu caniche Lukachenko terão o mesmo tratamento dispensado a Hitler e ao seu lacaio Mussolini na II Guerra Mundial.
            Tratamento político e militar, não me refiro à execução sumária de Mussolini sem julgamento nem ao suicídio de Hitler no bunker de Berlim.

      2. Desde 1991 que os EUA/Nato (e a actual Ucrânia) ocupam ilegalmente o território da Rússia. Em 1991 roubaram à Rússia aquilo que dizem que é hoje a “ucrânia”.
        Esses ladrões, mais cedo ou mais tarde, tinham de pagar o que deviam.

        1. A Rússia é que “roubou” o arsenal atómico à Ucrânia, recebendo-o em troca de promessas de não-agressão jamais cumpridas.
          Putin, como Hitler, traiu todos os compromissos assumidos por Moscovo. Violou a Carta das Nações Unidas, cuspiu na Declaração Universal dos Direitos Humanos, rasgou a Acta Final da Conferência de Helsínquia, defraudou o Memorando de Budapeste Sobre Garantias de Segurança.
          Quase na antevéspera da agressão à Ucrânia, jurava que o seu exército só estava a fazer “exercícios militares” na Bielorrússia…
          Um canalha.

          1. Mas esse arsenal não foi criado pela Rússia? Portanto, quem queria roubar é quem queria ficar com uma coisa que não era sua.

        2. Olha, e eu a pensar que a URSS tinha acabado e que tinha sido com a conivência conjunta de Rússia, Ucrânia e Bielorrússia, que logo se reconheceram umas às outras. Se não fosse pela sapiência alternativa do tovarich Sapo, que seria de nós?

          1. E alguém acha que a identidade de um Povo e de uma Nação acaba assim?
            Alguém acha que a Rússia, que foi obrigada em 1991 (pela força das armas Ocidentais dos EUA/Nato) a abdicar do que era seu, e tinha sido conquistado com o sangue a morte de milhões de russos (desde o séc.XIII ao séc.XX), o dava por “conveniência”?
            O que vale, é julgarem que ninguém lê os dislates que dizem no SAPO.

          2. Ah, sim, em dislates é um entendido: passa a tempo aqui a largá-los. Essa de recorrer ao séc. XIII, então, é de gargalhada. Até para o revisionismo há limites.

          3. 1 – Desde há 32 mil anos que naquela região ocorre este actual conflito, e há guerras entre povos humanos. Vemos lá uma luta incessante e contínua entre povos de etnia teutónica e sáxónia contra povos de etnia eslava.
            2 – Em 1242, o chefe russo Alexandre Nevsky derrotou os germânicos no lago gelado de Peipus… Na “batalha de Poltava” em 1709 o Czar Russo voltou a derrotar o Imperador Sueco. Portanto, há mais de 800 anos que a Rússia possui do rio Dnipro para leste.
            3 – Aquilo a que chamam “Ucrânia” hoje, foi “Rússia” por várias vezes, e por muito mais tempo a favor da Rússia, do que para todos os outros conquistadores e invasores.

          4. Como se os cossacos nunca tivessem existido, como se a Moscóvia não fosse diferente de Kiev, como se Alexandre Nevsky não fosse de Vladimir e não da Moscóvia e a sua história não estivesse eivada de revisionismo (deve ser por isso que o evoca)…também de alguém que se diz “lusitano” nos tempos de hoje não é de esperar muita clarividência, nem que Endovélico venha em seu auxílio.

          5. Ou essa “pureza ucraniana” não será a guerra, que dura desde o séc.XIII, entre a “pureza” dos «ucranianos teutónicos e prussianos» (do zelensky&azov, incitada pelos polacos prussianos e pelos teutónicos do antigo império austro-hungaro) e os «ucranianos eslavos»? Não se trata também dessa xenofobia antiga, que espreitou uma oportunidade julgando que a Nato/EUA lhe seguravam as costas?
            1 – Desde há 32 mil anos que naquela região ocorre este actual conflito, e há guerras entre povos humanos. Vemos lá uma luta incessante e contínua entre povos de etnia teutónica e sáxónia contra povos de etnia eslava.
            2 – Os «ucranianos a favor de uma relação fraternal e amiga com a Rússia» nem sequer queriam ser “russos”, queriam ser “ucranianos”. Nem sequer impediram que o «regime zelensky» ganhasse as eleições e governasse.
            3 – Porque «zelensky&batalhãoAzov» necessitava de os perseguir, violar e matar durante 8 anos? Por se achar com mais direito a ser “ucraniano” do que eles? Por se achar com mais “pureza ucraniana” do que os outros ucranianos?
            5 – Em 1242, o chefe russo Alexandre Nevsky derrotou os germânicos no lago gelado de Peipus…
            6 – Na “batalha de Poltava” em 1709 o Czar Russo voltou a derrotar o Imperador Sueco. Portanto, há mais de 800 anos que a Rússia possui do rio Dnipro para leste.
            7 – Aquilo a que chamam “Ucrânia” hoje, foi “Rússia” por várias vezes, e por muito mais tempo a favor da Rússia, do que para todos os outros conquistadores e invasores.

          6. Ainda não percebi se o seu problema é tempo demasiado para inventar esses disparates ou se não joga bem do baralho, mas inclino-me para a segunda hipótese. A sua confusão de datas, lugares e povos é extraordinária – consegue dizer-se “lusitano” e considerar os ucranianos “teutónicos” (como se os “eslavos” não quisessem fugir da Rússia na mesma), acha que em tempos de Alexandre Nevsky já havia Rússia, que eles andam a lutar “há trinte e dois mil anos” e que o Zelensky está no poder há oito anos ( e claro, a matar e violar, que os russos não fazem nada disso, coitadinhos).

            Sinceramente: o Sap ou lá como assina devia pedir ajuda psiquiátrica, se é que já não tem. Além do mais, é chato como tudo.

  3. 1 – “Arrumar as ideias”?
    Façamo-lo, por outra perspectiva. Pela da Axiologia.
    2 – O que vale mais, um «maço de notas Ocidental» ou um «saco de sementes de cereais»? O que vale mais «um pão, nas nossas mãos, que pode ser comido» ou «uma moeda para o comprar»? O “valor” é definido por quê? Obviamente, pela capacidade de uma coisa conseguir (ou não) adquirir (ou trocar) a outra.
    3 – O que vale mais, «possuir o gáz e o petróleo, e outros recursos naturais» ou «possuir um cofre cheio de notas de papel, e a necessidade daquilo que não se possui»? O “valor” é definido por quê? Obviamente, pela capacidade de uma coisa conseguir (ou não) adquirir (ou trocar) a outra.
    4 – Agora, para “arrumar ainda melhor as ideias”, juntemos a variável «Tempo». Isto é, perguntemos a nós próprios como esse «valor» se comporta com a duração de tempo. Quanto mais durar o impasse, o que vale mais: “quem possui” ou “quem necessita, e não possui”?
    5 – Quanto mais tempo durar a justificação para “desmilitarizar”, mais território se justificará ocupar, para se garantir a segurança e impedir a ameaça ao Povo da Rússia (após o roubo e conquista criminosa que os EUA/Nato fizeram à Rússia em 1991, aproveitando-se da sua fraqueza militar e económica).
    6 – Agora pagam com juros o mal que fizeram à Rússia, às suas famílias e crianças, durante esses últimos 20 anos. E, quanto mais tempo durar o impasse, mais pagarão.
    7 – O “Ocidente” não estava à espera de adquirir a consciência da sua pequenez actual no Mundo. Só lhe resta carpir mágoas, e gritar ladainhas à sua recordação de um império (colonialista/racista/liberal/globalista) falido e desaparecido.
    8 – “E tudo o vento levou…”.
    A ministra alemã até já disse, ontem, para os alemães aprivisionarem comida para 10 dias!
    E hoje, na CNN, Lula da Silva disse (passo a citar): “Não é possível o presidente Biden, que nunca fez um discurso para dar 1 dólar para quem está a morrer de fome em África, anunciar 40 mil milhões para ajudar a Ucrânia a comprar armas. Não é possível!”.

      1. Mas esse não foi apenas o fundador dos «Portucalenses», que colonizaram a Lusitânia e os Lusitanos?
        Os Lusitanos estavam cá há mais de 3 mil anos, logo, há muito mais tempo do que os actuais “Portucalenses” (esse Afonso Henriques não é um estrageiro, filho de um francês-borgunhês e da amante do galego Peres de Trava?).
        Isto ainda vai dar uma reviravolta, deixem a UniãoEuropeia acabar com “Portugal”, e verão…

        1. A Lusitânia era um território montanhoso nos Montes Hermínios — o resto a norte não era Lusitânia, mas sim território de outras tribos celtas. Chamar Lusitânia a Portugal é como chamar Gillettes a todas as máquinas de escanhoar o focinho. Há um termo literário para este fenómeno mas agora não me lembro qual é.

          1. 1 – Antes de escrever atoardas, devem primeiro começar por estudar. Ainda para mais hoje, que os «Mapas Históricos antes dos Fenícios e Romanos» estão digitalizads nas bibliotecas, e estão disponíveis para consulta até na Internet.
            2 – Os Lusitanos são um povo de planície. Os galécios e astures (os galego-portucalenses) é que viveram nas montanhas.
            3 – O Povo Lusitano remonta à Pré-História, muito antes da invasão estrangeira de Afonso Henriques (filho de D. Teresa, amante do galego Fernão Peres de Trava, e do borgonhês-francês D.Henrique).
            4 – A LUSITÂNIA tem mais de 4 mil anos — vai de Viseu ao Algarve, e teve por capital Mérida, e por segunda maior cidade “Lisboa”.
            5 – Os Galego-Portucalenses começaram apenas em 868-1143 (Conde da Borgonha juntamente com os Galécios e Astures).
            6 – Os Galécios-Portucalenses que invadiram e colonizaram a Lusitânia, no séc.XX, através de Mário Soares e Cavaco Silva, venderam parte da Lusitânia à UniãoEuropeia. A LUSITÂNIA e os Lusitanos não aceitam isso, jamais o aceitarão.
            7 – Camões cantou a “alma Lusitana”, não cantou os invasores galego-portualenses, filhos de Galécios e Astures.
            8 – Iremos expular novamente os invasores galego-portucalenses daqui para fora. Esperem só até que a União Europeia retire o poder ao Estado-Nação Portucalense, e verão…

          2. Pela independência da Tchetchénia, já.
            Pela devolução da Crimeia aos tártaros, já.
            Pela libertação de Kalininegrado do jugo russo, já.
            Pela deposição do carniceiro de Moscovo, já.

  4. A vantagem quando se lida com os putinistas, zombies do PZP, ou simplesmente alguns alérgicos à cultura ocidental, assenta no fato de serem uma minoria desprezível e sem expressão que até já tem o enterro marcado. Daqui a 4 anos a democracia livra-se da já exígua representação em São Bento desta réstia de uma esquerda sem ideias, sem rumo, e como tal decadente e inútil.
    Outra vantagem, reflete-se por exemplo aqui pelo sapo.pt. Os nomes com que se apresentam são um cartão de visitas para todos aqueles que querem a todo o custo evitar o vómito resultante de ler sequer duas palavras daquilo que tentam escrever. Existem também alguns anónimos que são identificáveis igualmente pelas primeiras palavras.
    Depois de identificados somos poupados à asneira. No meu blogue nem sequer entram. Quando os vejo, o botão do rato desliza alegremente até ao recipiente adequado, o lixo. Alguns ainda insistem. Coitados ! Apenas esperneiam com a decadência dentro de portas e com a visão do seu líder supremo estar condenado ao isolamento e à derrota em toda a linha.
    Continuem a mandar postais. O caixote de lixo tá sempre aberto.

  5. “Arrumar ideias”?
    1 – Vamos lá a mais uma arrumação dessas.
    2 – Diz o Biden: “Vamos enviar mais armas, mais potentes”…
    3 – Ora ouçam (The Guardian, 2junho2022): “As armas enviadas para a Ucrânia nunca chegarão a ser usadas pelo exército ucraniano, e acabarão no mercado negro global e nas mãos de criminosos. Temos a experiência disso há muitos anos. Essas armas vão ser traficadas não apenas para países vizinhos, mas para outros continentes. Nenhum país ou região pode lidar com isso isoladamente, porque esses grupos operam a nível global.” (Jürgen Stock, Secretário-Geral da Interpol).
    4 – Coitado do povo ucraniano, nas mãos destes «zelensky&azov&EUA/Nato/UE».

    1. Neste momento, mais de 20 milhões de cereais da Ucrânia estão bloqueados, sem possibilidade de escoamento, em Odessa, Chornomorsk e outros portos do Mar Negro.
      Países como o Egipto importam da Ucrânia mais de 80% da matéria-prima do pão que comem.
      A Ucrânia exporta metade do óleo de girassol consumido no mundo, 15% do milho e 12% do trigo. Entre os principais importadores figuram a Turquia, a Líbia, o Líbano, o Iémene e o Iraque.
      Desde que a Rússia invadiu solo ucraniano, registou-se um aumento global de 30% do preço do trigo.
      Putin, criminoso de guerra, usa a fome como instrumento do seu imperialismo homicida.

      1. Cereais?
        “Arrumar ideias”?
        1 – Vamos a isso:
        2 – “A região libertada de Zaporijia, nacionaliza as propriedades do Estado ucraniano. Esta medida diz respeito a terras, recursos naturais, e infraestruturas de setores estratégicos da economia. O decreto foi assinado hoje, 2 de junho 2022, pelo chefe da administração militar e civil da região, Vladimir Rogov.” (Telegram e Lusa, 2junho2022).
        3 – Coitado do povo ucraniano, nas mãos destes «zelensky&azov&EUA/Nato/UE».

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *