DELITO há dez anos


Pedro Correia,

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Ana Margarida Craveiro: «Qual a diferença entre economia numérica e economia não-numérica?»

 

Ana Vidal: «Azul-alfazema, azul-Quénia, azul-violeta, azul-lavanda, azul-anil, azul-lilás. Eu chamo-lhe azul-Leonor, como me ensinou a minha avó. A minha cor favorita.»

 

José António Abreu: «Tendo ficado evidente no domingo passado, em Madrid, que os homens de negro o mantêm sob vigilância, alguém ainda acredita que o Federer não é um extraterrestre?»

 

Patrícia Reis: «O Micas é uma colecção infanto-juvenil que começou por ser uma prenda para o meu filho mais novo. Depois comecei a escrever sobre o Museu da Presidência, Serralves, a Fundação Oriente, o Oceanário, a Casa dos Patudos e a Primeira República e, por fim,  cheguei a este livro sobre o Benfica que, na verdade, é um sonho que nos leva à década de 60 do século XX e que faz uma homenagem a Eusébio e ao Bom Gigante. O Micas ficou contente.»

 

Rui Rocha: «Numa relação extra-conjugal com um homem que sofre de ejaculação precoce, a mulher peca sempre por tardia.»

Um comentário em “DELITO há dez anos”

  1. Qual a diferença entre economia numérica e economia não-numérica?

    É que a primeira tem números, a segunda não tem.

    Por exemplo, a “Escola Austríaca” da economia faz gala em não ter números.

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