Sempre incómodo, felizmente


Teresa Ribeiro,

Não é um especialista de universidade sem experiência no terreno, nem fez currículo à sombra do Estado. É por isso que gosto sempre de o ouvir ou ler quando põe a boca no trombone.

12 comentários em “Sempre incómodo, felizmente”

  1. Não subiu às custas do estado, directamente. Quantos clientes da Sonae são funcionários públicos? Pode falar assim porque tem milhares de empregados e o seu poder advem daí. Se fosse uma pequena empresa bastavam uns telefonemas e acabavam-se os contratos com o estado, aliás nem ele falava assim.

  2. Então os explorados empregados deste mãos largas, já poderão hoje dormir descansados e sonhar para amanhã o merecido aumento salarial.
    É como a ferreira leite, tão moralizadora mas não prescinde das inúmeras reformas que, segundo se consta, dão um enorme “bolo” ao fim do mês.
    É tudo gente à maneira.

  3. Mr Belmiro, há cinco anos, ano um da era Sócrates:
    Em vez de um mega projecto de milhares de milhões, uma dezena de projectos com capacidade de produção/exportação.
    Aí está alguém que devia estar presente no Conselho de Estado.
    Em vez de uma série de cadáveres que por ali estagiam, salvo raras excepções.
    Se o CE servisse para alguma coisa de útil.
    Algo como um Conselho Estratégico Português, aberto à presença de quem sabe.
    Particularmente, saber de experiência feito.
    Paradoxo – equilibrar uma balança, em cujos dois pratos estivessem:
    De um lado, o grande Belmiro; do outro, os pequenos Durões, Santanas, Sócrates.

    JB

        1. Cara Teresa Ribeiro: eu não me referia à sua pessoa, mas sim, a JB com os seus “rasgados” elogios a Belmiro. De certo ele só o conhece…dos média…Cumprimentos!

  4. O chato mesmo, é algum dia ter trabalhado para ele… porque deixam de fazer sentido as ” postas de pescada “…

    1. Cr: A nossa Economia bem beneficiaria com mais uns quantos Belmiros. Paga mal às caixas dos supermercados? Talvez. Mas cria riqueza e milhares de postos de trabalho. Não é subsidiodependente e considera que o dinheiro que realiza é para investir, não para encher as contas pessoais.

      1. Em total desacordo! só como exemplo:
        O maior empresário português, de todos os tempos, Alfredo da Silva, criou o maior e mais diversificado império
        INDUSTRIAL e COMERCIAL, português, de sempre, e não pagava os ordenados de miséria, que este BA paga! Era, a CUF (destruída com o 25-) uma das empresas que melhor pagava! Aliás, quanto a mim, direi, apenas:
        Bom seria que tivessem aparecido outros…Alfredo da Silva!

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