Esgotou-se? Pode ser. No entanto, diga-se o que se disser por ter sido escutada até ao esgotamento, é um tema fabuloso. Um grande hino, um belo ‘gospel’, um cântico universal, tudo o que quiserem chamar-lhe; será sempre difícil de igualar.
Lindíssimo, um hino que nos causa um arrepio na espinha, quer na junção de vozes fabulosas quer na boa vontade que há 25 anos fez despertar mais algumas iniciativas no género. Tudo muito bem conjugado, é de ouvir e chorar por mais … Alguns já não estão entre nós, outros ainda tinham uma aparência bem jovem, outros em início de carreira e um outro de aparência ainda quase normal. Que belíssima recordação!!!!
Também quero ir ver esses dois, Aliás ontem estive dúvida entre Nas Nunvens e o Invictus. Ganhou este, a minha ligação de ” vizinhaça” moçambicana falou mais alto.É um filme que nos reconcilia com a humanidade, embora eu no fundo no fundo, não sei se ela tem salvação….
É impressionante como uma pessoa evolui. Em 1985 não liguei “patavina” à canção. Agora, 25 anos depois, torna-se um hino à beleza musical. Deveria ter vergonha de não ter gostado.
Acontece muito. É frequente haver quem chame “piroso” e outras palavras do género a músicas que vários anos depois adquirem o estatuto de imprescindíveis.
Esgotou-se? Pode ser. No entanto, diga-se o que se disser por ter sido escutada até ao esgotamento, é um tema fabuloso. Um grande hino, um belo ‘gospel’, um cântico universal, tudo o que quiserem chamar-lhe; será sempre difícil de igualar.
Gravado faz agora um quarto de século (caramba, como o tempo passa!)
Já tem o estatuto de clássico.
Exactamente.
Lindíssimo, um hino que nos causa um arrepio na espinha, quer na junção de vozes fabulosas quer na boa vontade que há 25 anos fez despertar mais algumas iniciativas no género. Tudo muito bem conjugado, é de ouvir e chorar por mais …
Alguns já não estão entre nós, outros ainda tinham uma aparência bem jovem, outros em início de carreira e um outro de aparência ainda quase normal.
Que belíssima recordação!!!!
Ouvi isto tantas vezes em 1985 que já conhecia cada fragmento deste vídeo de cor. Tantos anos depois, sabe muito bem revê-lo. E reouvi-lo.
Fantástico, poderoso, brilhante, (vinte cinco anos meus Deus…) ainda mais arrepiante depois de ter ido ver o Invictus , Pedro. A não perder.
Quero muito ver o “Invictus”, Ariel. Já vi este ano dois filmes de que gostei muito: “Nove” e “Nas Nuvens”. Não há dois sem três.
Também quero ir ver esses dois, Aliás ontem estive dúvida entre Nas Nunvens e o Invictus. Ganhou este, a minha ligação de ” vizinhaça” moçambicana falou mais alto.É um filme que nos reconcilia com a humanidade, embora eu no fundo no fundo, não sei se ela tem salvação….
Eu ainda acredito que sim – senão no todo, pelo menos em parte. Por isso continuo a vibrar com filmes como esse (tenho a certeza que vibrarei).
É impressionante como uma pessoa evolui. Em 1985 não liguei “patavina” à canção. Agora, 25 anos depois, torna-se um hino à beleza musical. Deveria ter vergonha de não ter gostado.
Acontece muito. É frequente haver quem chame “piroso” e outras palavras do género a músicas que vários anos depois adquirem o estatuto de imprescindíveis.