Ainda a tempoTeresa Ribeiro, 27.01.2010 Leiam a excelente crónica que Baptista-Bastos assina no DN de hoje.
É como dizes: excelente. E é como ele diz: «tudo isto anda ligado, sendo a disjunção privado e público a pura hipótese de uma mistificação». Responder
Com tanto regabofe!… O regabofe astronómicode atitudes ensandecidasé um reflexo económicode éticas empalidecidas. Há gestores entesados (entenda-se, por exemplo: altivos)por tamanhas aventuras,andam com cheques visadospara pagar as farturas… De poleiro em poleironum regime enfadadocriou-se um atoleirode monturo malfadado. Com o nosso país enrascadopor tantas loucuras desmedidaso mexilhão fica atascadoe de esperanças aturdidas. Responder
Como sou grande fã do BB, à quarta-feira é, normalmente, a minha primeira leitura do dia. Como (quase) sempe, imperdível. Responder
Esse Batista Bastos é aquele que vive numa casa arrendada pela Câmara de Lisboa a preço de amigo, não é? Se é, então estamos conversados. Não leio crónicas de gente dessa. Responder
Teresa desculpe lá, mas não foi este senhor que beneficiou de um apartamento por conta da câmara de Lisboa, destinado ás pessoas mais pobres?Para mim deixou de ser uma pessoa isenta…sorry Responder
É como dizes: excelente. E é como ele diz: «tudo isto anda ligado, sendo a disjunção privado e público a pura hipótese de uma mistificação».
Sou fã do grande Bastos.
Com tanto regabofe!…
O regabofe astronómico
de atitudes ensandecidas
é um reflexo económico
de éticas empalidecidas.
Há gestores entesados (entenda-se, por exemplo: altivos)
por tamanhas aventuras,
andam com cheques visados
para pagar as farturas…
De poleiro em poleiro
num regime enfadado
criou-se um atoleiro
de monturo malfadado.
Com o nosso país enrascado
por tantas loucuras desmedidas
o mexilhão fica atascado
e de esperanças aturdidas.
É isso mesmo, ameijoa.
Como sou grande fã do BB, à quarta-feira é, normalmente, a minha primeira leitura do dia. Como (quase) sempe, imperdível.
Esse Batista Bastos é aquele que vive numa casa arrendada pela Câmara de Lisboa a preço de amigo, não é?
Se é, então estamos conversados. Não leio crónicas de gente dessa.
Teresa desculpe lá, mas não foi este senhor que beneficiou de um apartamento por conta da câmara de Lisboa, destinado ás pessoas mais pobres?
Para mim deixou de ser uma pessoa isenta…
sorry