Kasparov sobre Putin


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15 esclarecedores minutos de Kasparov sobre o regime de Putin. Mais do que aconselháveis.

(Stand with Ukraine in the Fight against Evil | Garry Kasparov | TED)

 

24 comentários em “Kasparov sobre Putin”

    1. É o que eu tenho dito.

      Compromissos? Oh Guterres tem lá paciência… sai mas é da da frente. Agora a ONU quer ir buscar os sitiados de Azovstal para finalmente entregar Mariupol aos russos… Guterres foi à Rússia dizer que “Bem, até compreendo a posição da Rússia”????!!! Isto é normal?

      É normal. São os “compromissos”… Decerto o nosso PR apreciou muito o esforço patético de Guterres. A fraqueza do costume que nos trouxe aqui, das visitas a Putin às mesquitas ao lado da Pont Neuf.

      Ainda não perceberam, pois não?

  1. E o que dirão as mães e os pais dos 14 mil russos perseguidos e mortos no Donbass pelo Zelensky e o seu Batalhão Azov. ao ouvirem um traidor pago pelos EUA?
    Tenham vergonha, que já têm idade para isso.

    1. SAP3i, aliás Pedro Manuel Cardoso,

      como presumo que já tenha reparado tenho apagado vários dos seus comentários. E aprovei este apenas para lhe dar uma resposta à globalidade do que V. aqui vem comentando (nos meus postais e nos postais de vários dos meus co-bloguistas). Nisto dos blogs é normal que surjam despiques e discordâncias nos comentários. Muitas vezes carregados de azedume (como infelizmente é algo comum nos comentários recebidos no DO). Por vezes agressivos. E até insultuosos. O bloguismo opinativo cria espaços conversacionais e como tal nestes surgem esses momentos mais ariscos.
      Outra coisa, bem diferente, é aquilo que acontece consigo: V., Pedro Manuel Cardoso, decidiu acampar no Delito de Opinião, num frenesim de comentários, numa constante discordância abrasiva. E altaneira. E, mais do que tudo, insultuosa – como é evidente nesta sua invectiva, considerando-me (e a um colectivo que não nomeia mas no qual me inclui) desavergonhado. Ora V. não tem prerrogativas para ter esse tipo de tratamento para comigo ou para com os meus co-bloguistas. Um exaltação desbragada momentânea é mais do que aceitável. Mas ma atitude continuada como esta sua, numa verborreia exalando essa sobranceria agressiva, não é aceitável.

      Numa corporação disciplinar pequena como é a nossa é evidente que temos conhecimentos comuns. E são estes que me convocam a uma placidez reactiva, ao que nada me custa a anuir. E há nisto algo sobre o qual tenho absoluta certeza: as respostas às questões que V. enfrenta não as encontra nem encontrará na caixa de comentários do Delito de Opinião. E também por isso continuarei a não aceitar os seus comentários: pois, para além da minha total falta de paciência para o seu registo coloquial, nem a sua participação nestes termos é simpática (positiva) ao blog nem, e é isso o fundamental, tal lhe será a si positivo.

      Votos de boa saúde.

      1. jpt, mesmo assim, bolinha baixa com este SAP3i, outros levaram sarrafadas e palavrinhas bonitas para não incomodar os bloguistas do Delito: ou rezam todos as mesmas orações ou são levados à fogueira da censura.
        Mas, andamos todos curiosos à espera de um contraditório às questões levantadas pelo SAP3i, e por que nunca lhe é respondido na mesma onda.

        1. Do contraditório, cuja falta tanto parece preocupá-lo, deu Guterres (pense-se o que se pensar da sua ordem de prioridades na questão) a essência: há tropas da Federação Russa na Ucrânia; não há tropas da Ucrânia na Federação Russa. E perante a selvajaria extrema a que essas tropas da Federação Russa em solo ucraniano metodicamente se dedicam – é aquilo, então, uma “operação militar especial” -, perante a extraordinária desproporção de tudo aquilo, não creio como, excepto em situação de demência ou pura maldade, se possa invocar a imperatividade de um contraditório.
          Quanto à falta de resposta “na mesma onda”, há quem se imponha decência. Mesmo que o destinatário a não mereça. Questão de educação, enfim.

          1. Costa, obrigado pelo seu comentário – eu subscrevo o que diz sobre a desnecessidade de um contraditório. Lamento que o comentário que coloquei em resposta ao comentador anónimo “x”, que exige um contraditório, tenha sido num registo gráfico que contradiz as suas simpáticas palavras….

          2. Esse registo gráfico, permita-me notar, produz-se dentro da devida contextualização – de paciente e detalhada contextualização -, não irrompe sobranceiro e a despropósito. Não irrompe, de todo. De forma que é legitimado. Merecido, em todo o caso.

        2. comentador x, não tenho qualquer “bolinha baixa” com o comentador anterior. E explico-me, no que lhe responderei ao que aduz neste seu comentário. E nisso aproveito para também responder a um comentário subsequente de SAP3i (Pedro Manuel Cardoso) – ainda que não seja curial responder a comentários que se apagam, como o fiz mas apenas porque consigo concordava na imputação de “censura” da minha parte.

          O primeiro ponto é simples. E devia ser sabido de antemão por Pedro Manuel Cardoso – que é antropólogo e é doutorado, como tal tem o capital cultural suficiente para o saber; e presumo que você, “x”, também o deveria saber. Nos comentários do DO volta e meia repito-me, pois este é um tópico querido aos comentadores abrasivos. Num blog não há “censura” nem “lápis azul” (nem linear nem metaforicamente) – pois isto não é um órgão de comunicação social. É um espaço conversacional, gratuito (no sentido de grátis e de sem agenda, um hóbi). Não tem a responsabilidade social, nem a normatividade, nem a função, nem a deontologia da imprensa. Ou seja, nós conversamos com quem queremos. Eu farto-me de repetir, isto é uma mesa de tasca, um recanto de esplanada, um balcão de bar. Falo com quem me apetece: os convivas não têm que concordar comigo ou gostar de mim. Têm que me ser agradáveis ou, o que é uma forma diferente de me serem agradáveis, induzirem uma conversa agradável (mesmo que discordante, e nisso veemente – quantas as vezes são estas melhores). Portanto, quem surge nos comentários dos blogs (e é recorrente) a clamar contra a “censura” que sofre só demonstra um grande desconhecimento, uma verdadeira ignorância. E quando se trata de gente com capital cultural (e particularmente quando tal se retrata em graus de educação formal) publicitar essa ignorÂncia própria é um pouco surpreendente. E, no fundo, há outra questão – é que se pessoas constantemente discordam do que é dito qual a razão de regressarem ao blog, à mesa? Se não gostam da “missa” (das “orações”, diz você) porque não vão rezar a outra freguesia? Eu não estou a refutar a discordância, o debate – estou a falar de duas outras coisas: a constante ira discordante, sobre quase tudo, que é aqui recorrente por parte de alguns comentadores; e, o que ainda é pior, o registo da “desconversa”: um postal sobre alhos e o comentário sarcástico/irado sobre bugalhos. Não há paciência, mesmo.

          Quanto à “bolinha baixa”, a um tratamento menos rico em “sarrafadas e palavras bonitas” que terei dado a Pedro Manuel Cardoso do que terei dado a outros comentadores (diz você). A questão é também simples: por mais desagradável que seja a constante verborreia de Pedro Manuel Cardoso e por mais irritante que me sejam as suas simpatias russófilas (as quais não quero debater – e por isso não responderei, ao contrário do que você, “x”, diz que apreciaria ver), ele tem uma vantagem. Enorme. É que é um comentador que está identificado. Vem a este bar/café/tasca, conversa (de modo desabrido, acho eu, mas isso é outra coisa) em várias mesas. Mas apresenta-se, é um homem decente. Chato como o caraças, russófilo. Mas decente, educado, chega e diz “sou fulano de tal e acho que vocês são uns patêgos e uns mariolas”. E isso é completamente diferente de um tipo que tem a indecência de se chegar à minha mesa, a intrometer-se na conversa que eu estou a ter com os meus amigos, a resmungar, a desconversar, a “amandar bocas”. E então um tipo pergunta-lhe, na duvida se alguém o conhece, “quem é este caralho?”. E ninguém sabe, “sei lá, não conheces?”, e então pergunta-se ao dono do estabelecimento “ó …, quem é este gajo, pá?”, ao que me diz o patrão “não sei, nunca o vi”. E nisso, enquanto o comentador anónimo continua a “amandar bocas” alguém da mesa lhe pergunta “ouve lá, que merda é esta?, quem és tu?”, ao que o mariola responde, atrevido, “sou o “x”!” e ri-se, “ólha-me o filhoda puta, cabrãozinho de merda” logo clama o mais novo ou o mais rijo à mesa. E a gente, ainda que já velhota, levanta-se e põe o sacaninha fora de portas. E se ele respingar dá-se-lhe uns sopapos. Percebeste a diferença, ó “x”? Vai assim ilustrada, julgo que com bonecos te será mais fácil aprender.

          1. jpt, continuas na mesma: bolinha baixa para o antropólogo, sarrafada e bola pra canto para os outros que não te passam a bola dizendo gosto muito da sua forma de jogar.
            Afinal o brinquedo é teu, ou melhor a mesa é tua e quem fica contente é o dono da tasca que sempre vai aviando para a estatística do blogue DO.
            Em todo o caso obrigado pela explicação, que é mais parece para antropólogo ver.

          2. anónimo, você não me conhece de lado nenhum, como tal não me trate por “tu”. Mas acerta numa coisa: a mesa é minha. E o bar é nosso, dos co-bloguistas. Entretanto, arranje lá outra letra do alfabeto para quando se quiser armar em engraçado nos meus postais, para me apanhar distraído a aceitar as suas piadolas. (é para as estatísticas…)

          3. Ok, desculpe lá o tratamento de you, entrar na tasca e meter conversa com umas piadolas para a estatísticas. Piadolas que até não são muito diferentes doutras que aparecem ao balcão.
            ‘Tá bem que não pertenço à tertúlia, mas sendo bem educado sempre digo qualquer coisa para não ser considerado um penetra sem botar palavra

          4. Caro vizinho, não posso deixar de lhe gabar a pachorra dando resposta a acéfalos defensores do indefensável. Há frequentadores desta sua/nossa tasca, eu sou um deles, que não conseguem digerir o vinagre repetidamente bolsado por gente agressiva e malcriada como é o caso do SAPO3i. Esqueça a boa educação e mande-os à merda, vão comentar para quem os ature. Magnífico vídeo, a divulgar até à exaustão.
            Cumprimentos

          5. acéfalos defensores do indefensável. Há frequentadores desta sua/nossa tasca, eu sou um deles, que não conseguem digerir o vinagre repetidamente bolsado por gente agressiva e malcriada como é o caso do SAPO3i.

            Ora aí está.

            Não é por ele ser antropólogo (?) ou físico ou lá o que é aquilo, é por ser da Nova.

      2. Caro JPT. Nem vale a pena perder tempo com essa gente. Cada vez que falam, dá para ver as bolhas de sabão que lhes saem pela boca, tal foi a ensaboadela encefálica. Já o verbo, é deplorável, de tão medíocre como se apresenta. Eu no meu blog, quando me cheira a analfabetismo intelectual, procuro de imediato o ícon do caixote do lixo e bloqueio de imediato.
        Parabéns pelo seu vídeo. Excelente.

  2. Grande discurso na linha de um Churchill , Reagan, Tatcher e Zelenski. Como dizia João Paulo II , frente ao mal , não tenhais medo. É preciso coragem para liderar nações e enfrentar o mal.

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