
«Nos anos 50, Marcello tinha ambições políticas. Gostava de fazer coisas e sentia que as podia fazer. Deu uma entrevista ao Diário de Lisboa que não foi publicada por interferência de Salazar. Nos dias que antecediam as reuniões com Salazar ele estava sempre bastante tenso; por vezes queixava-se do fígado.»
Manuela Goucha Soares, Marcello Caetano – O homem que perdeu a fé, p. 123
Ed. A Esfera dos Livros (2.ª ed), 2009

Se tivesse havido essa “transição”, em vez da «pseudo-revolução» do golpe militar pela calada da noite, Portugal estava muito mais desenvolvido e próspero, do que com as sucessivas bancas-rotas, esbanjamento de Fundos, fraudes nos bancos, e com uma Dívida muito menor que as gerações terão de pagar.
Personagem Trágico.