Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

As apps pelo visto são IA muito pouco entendidas, como aconteceu com a informação da efeméride do dia de hoje, que nem é insignificante, porque afinal se comemora o Dia Mundial do Transtorno Bipolar, mal de que muita gente padece.

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Dia Mundial do Transtorno Bipolar

“A Perturbação Bipolar caracteriza-se por ser uma modificação do humor que implica a presença de episódios maníacos ou hipomaníaco. Normalmente, as pessoas com este tipo de problemática sentem oscilações de humor entre momentos em que sentem tristeza, culpa, baixa autoestima, menor energia e se isolam das outras pessoas e outros momentos em que sentem euforia, grande agitação e dificuldade no controlo de impulsos. A origem da bipolaridade ainda não é totalmente conhecida pelos médicos. Sabe-se que factores genéticos e biológicos têm um papel determinante no desenvolvimento da doença, mas o estilo de vida, personalidade e certos acontecimentos na vida de alguém também têm a sua influência.

Apesar do aparecimento de redes sociais, websites informativos e blogs, o estigma social e a falta de consciência da generalidade do público continuam a pautar a maioria dos pensamentos em relação a esta doença. Em Portugal, aproximadamente duzentas mil pessoas caem algures no espectro da bipolaridade, o que representa pouco menos de 2% da população. Ainda assim, é notório que este é um tema tabu.”(RX)

E porque não ser também o Dia Internacional das Coisas Que Eu Gosto? Rumo ao Catar bem confortados.

 Dia Internacional De Algumas Coisas Que Eu Gosto.

Daquelas que são sempre de repetir.10151340_723404234370122_1883754632_n.jpg

 

Fotos Google

6 comentários em “Hoje é dia de”

  1. Tem razão quando diz que a doença bipolar é pouco conhecida. E a vergonha da procurar ajuda pode ser bem pior do que isso. O bipolar, quando na fase de euforismo, precisa de um certo apoio medicamentos mas quando passa à fase depressiva a medicação tem de ser alterada, e vice-versa. Ora o bipolar não o reconhece por si. Precisa de alguém que muito bem o conheça para se aperceber – quanto mais cedo melhor – das mudanças de fase.
    Acontece porém com muitos que na, fase de euforismo, sentem-se de tal forma bem que se voltam contra quem lhes diga que têm de ir ao médico. No limite, desconfiam do próprio médico e, não raro, fingem que tomam a medicação mas deitam-na fora às escondidas. Sentem que a medicação lhes está a limitar as capacidades – o que, de certa forma é verdade – e daí caem em teorias da conspiração culpando os mais próximos e apresentando sintomas comuns aos esquizofrénicos. É o cabo dos trabalhos.

    1. Só conheci um senhor bipolar, que era pai de uma colega. Tinha dias em que conversava normalmente connosco e os outros, que ao que parece eram poucos, em que aparecia desmazelo, por vezes a falar com alguém que não estava lá. Felizmente tinha aquele caminho como rotina diária e a filha saía para o levar a casa e dar os medicamentos.

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