O Agente Provocatório


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O dr. Ba tem todo o direito de apelar a uma “luta sem quartel”, mobilizando os apoiantes para acções extra-parlamentares. E só exagerados podem ver nesta proclamação um incentivo à violência. Pois decerto que o activista se refere a uma luta política. O dr. Ba também tem o direito de considerar os “vinte” eleitos (os da IL e do CHEGA) como “racistas”, “fascistas” e “neoliberais”, amalgamando-os via hífens. A única coisa que pode surpreender é saber que a Assembleia da República contrata o dr. Ba, o qual tem este entendimento do que é “racismo”, como consultor exactamente sobre “racismo”. Enfim, ainda agora isto recomeçou…

19 comentários em “O Agente Provocatório”

  1. Ainda agora isto recomeçou, de facto. O Soberano quer doutores Ba a fustigá-lo, paga-lhes para isso. O masoquismo tem muitas formas, de facto. Quanto aos outros, aos que dispensam flagelações, vale a consagrada fórmula: “lasciate ogni speranza, voi ch’entrate.”

  2. Ainda agora começou, ainda falta a tomada de posse, já começou outro papão a meter medo às criancinhas.
    Deve ser a primeira vez que alguém leva à letra esta “luta sem quartel”, e volta à baila o Dr. Ba que não dá bá que lhe valha.
    Vai haver luta sem quartel é pelo dinheirinho PRR esse é que o dr.ba da questão

  3. O Dr. Ba não é politicamente correto. E faz ele muito bem, a escumalha do Chega tem que ser tratada como o lixo que é.

  4. Assim se vai ver se a Assembleia da Republica está a favor de declarações de violência política. Já teve várias oportunidades.

    1. Não é o Chega que tem um líder condenado por ofensas a uma família e militantes acusados e condenados por muita coisa, desde assédio sexual a menores a tentativas de homicídio? Não passarão.

  5. O Dr. Ba também defende as patrulhas de cidadãos. Uns veem milícias, outros mais uma entrada na patusca série Academia de Polícia.

  6. O dr. Ba

    Estamos no país do respeitinho. Toda a gente deve ser tratada por “dr.” Mesmo que somente seja licenciado. Mesmo que nem licenciado seja.

    1. Não há qualquer mal em juntar um termo que indica a formação escolar e, em vários casos, a profissão aos nomes dos indivíduos. O que está mal é haver pessoas que se atrevem a opinar – e quantas vezes critica e até desabridamente – sem indicarem não o seu grau de estudos mas o próprio nome. Isso sim é o país do desrespeitinho.

      1. “balio” é o meu nome neste blogue (e não só). E nada lhe garante que não seja também o meu próprio nome. Pode perfeitamente ser.

    2. balio, Ba é africano mas representa muito bem a classe de doutores à portuguesa. Portanto, é um colonizado revoltado sem saber que é porque gosta de ser.

  7. Juntar os deputados da Il aos do Chega só mostra que ele não luta pelos direitos humanos contra o racismo. Faz uma luta política

  8. Esse especimen nunca devia ter saido de onde foi parido: Senegal.
    Nem sei porque se queixa, ele é um dos promotores do aparecimento de quem tanto odeia: Chega e IL.
    Nem percebo porque acusando Portugal de racista e os portugueses genericamente como racistas, ele quis ser português.
    Mas ainda menos percebo como lhe foi feita essa concessão

  9. Mamadou Ba está a temer que, estando o PS maioritário e sem necessidade de satisfazer clientelas dos seus parceiros, deixe de haver um “grupo de trabalho” ou um observatório para Mamadou Ba integrar.

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